Neste oceano que quero me lançar,
Pouco a pouco avançar desse cais,
ser embriagado pelo sal do teu suor,
sendo acompanhado pela noite escura dos teus cabelos negros.
E ao chegar na metade desse caminho encantado,
Ser aconchegado no prazer,
Ao sentir o pulsar desse maremoto,
Em que me amarroto.
Depois, me perder entre suas ondas,
Que se contraem e me distraem,
E me atiçam para ficar ali.
Já ao despontar da aurora,
Avistar sua ilha,
Que o verde me hipnotiza,
O toque da areia suaviza.
E ao fim dessa viagem,
Cair abraçado em sono profundo,
Neste mundo de amor.
Pouco a pouco avançar desse cais,
ser embriagado pelo sal do teu suor,
sendo acompanhado pela noite escura dos teus cabelos negros.
E ao chegar na metade desse caminho encantado,
Ser aconchegado no prazer,
Ao sentir o pulsar desse maremoto,
Em que me amarroto.
Depois, me perder entre suas ondas,
Que se contraem e me distraem,
E me atiçam para ficar ali.
Já ao despontar da aurora,
Avistar sua ilha,
Que o verde me hipnotiza,
O toque da areia suaviza.
E ao fim dessa viagem,
Cair abraçado em sono profundo,
Neste mundo de amor.

anônimo

anônimo
16/10/2022 18h26
Teus desejos são tão (só)brios, frios
Nessa noite vou me embriagar com verdades
Sinto a maresia invadir
a janela dos meus olhos negros Duas telas onde velas navegam na margem de Creta
Jogo minha fé nessas cordas de nylon
Onde os acordes bailam ao ressuscitar do eu poético
No deserto de valores sem créditos, sorrisos sintéticos
À falta de sentimento na fachada dos prédios
Me concentro nas memórias, vôo...
Sobre a luz do poste destacada nessa chuva fina