
anônimo
05/01/2023 04h10
Não penso que seja verdade isso, e podemos achar que é porque a maioria dos
revolucionários e inventores ao longo dos anos têm sido homens, mas devemos lembrar que o acesso à educação direcionado a mulheres era uma proibição, então elas eram confinadas ao lar e aos cuidados da prole. Muitas ainda assim conseguiram cravar os seus nomes nos livros e recebem reconhecimento até o presente, e ainda que não foram, algumas usavam até pseudônimos ao publicarem seus escritos justamente porque eram mulheres. Tempos árduos.E há estudos que indicam que a massa cinzenta dos homens é mais avolumada que a das mulheres, mas que isso não sugere que estes são mais inteligentes, seria apenas uma diferença anatômica cerebral. E há outros que indicam que homens possuem áreas cerebrais mais desenvolvidas do que mulheres, tais áreas sugerem uma maior visão/noção espacial-geográfica, lógica-matemática etc, enquanto que o cerebro das mulheres seria mais desenvolvido a parte da linguagem etc. Mas seria mesmo o caso? Ou não seria apenas algo cultural? As mulheres podem ser desestimuladas ou sequer estimuladas desde tenra infância a seguirem carreira nas áreas das exatas e ciências, o que implica no futuro uma desconsideração pelo seguimento de carreira nessa esfera. Você pode também usar o exemplo de que há mais homens nas engenharias e mais mulheres nos estudos linguísticos, entretanto, isso não partiria apenas da educação que ambos receberam? Dito isso, não haveria um cérebro pré-definido que antecedesse a experiência social daquele indivíduo que possuísse uma maior inclinação a determiandas áreas em relação aos outros que se inclinariam em outras. Os legos, por exemplo, podem estimular a parte da lógica, enquanto que as bonecas podem incentivar a quererem ser cuidadoras e educadoras, e que portanto poderiam optar no futuro por profissões de ensino e outras relativas a cuidados alheios (maternar).