anônimo
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16/01/2023 06h34

Isso se chama microquimeirismo. O principal microquimeirismo humano é o maternofetal, em que o bebê

e a mãe terão células um do outro dentro de si por algumas décadas, inclusive entre seus neurônios afetando suas mentalidades. Mas há também o microquimeirismo sexual, em que o homem transfere células para a mulher e algumas se alojam permanentemente nela, inclusive no cérebro, alterando a forma como ela pensa.
Então as mulheres carregam mesmo a "energia" de todos os parceiros sexuais pregressos, acumulando mais células específicas de um homem conforme for tendo mais sexo com aquele homem. Hoje se sabe que isso interfere em sua prole, mesmo que com um parceiro diferente: células dos parceiros anteriores são compartilhadas com os futuros bebês também e até células de seus filhos anteriores são compartilhadas com os próximos, diga-se de passagem. Minha especulação é de que isso seja para criar laços familiares entre humanos.
Homens não têm microquimeirismo adquirido, só congênito. A percepção empírica das sociedades antigas de que a mulher fica com a energia do homem, mas que o homem não fica com a energia da mulher hoje em dia é cientificamente comprovada.