24/01/2023 18h48

A alienação paterna infelizmente é grande no país, tanto sobre país fisicamente ausentes, como pais

fisicamente presentes porém emocionalmente ausentes. E isso, pra quem desde os 16 anos tem um forte sonho de ser um pai pra alguém (seja biológico, afetivo como padrasto, ou adotivo), é um fato que me entristece muito.

Ter uma digníssima dama que cresceu sem pai presente, e projeta a figura paternal em mim, não me incomodaria em nada, pelo contrário.
Eu seria empático e compreensivo, tanto pela tristeza que a alienação paterna me causa, como pelo fato de eu ter um forte instinto natural masculino de proteção, como algumas amigas já citaram e elogiaram em mim, me deixando extremamente contente e lisonjeado.

Seria algo de grande prazer sentimental pra mim, o Madruguinha poder acalentar o coração da minha futura primeira-dama preenchendo essa lacuna nela, sendo uma referência masculina paternal que ela tanto sente falta.
Basta controlar a dose, pra não deixarmos que isso propondere mais no relacionamento do que a relação homem e mulher.