A primeira resposta é: não! No entanto, há uma linha muito tênue, pelo menos no
Brasil, entre o que seria uma preferência espontânea ou um gosto moldado com base no racismo estrutural que existe aqui. (Não gosto desses termos usados por militantes, mas não achei outro melhor). Isso sempre me deixa em dúvida, sabe? Mas, a princípio, é só o gosto da pessoa mesmo. Afinal de contas, quem é que manda no tesão (ou falta dele) por alguém, né? rsrs