Neste momento em que os termos incel, redpill, bluepill e chad, dentre outros, emergem em mídias mais tradicionais, vale um esforço para entender pra além de compreender os termos citados, as origens e contextos desse fenômeno social.
Os discursos de ódio e o menosprezo as mulheres, negros, índios, gays, nordestinos, nunca estiveram tão em foco.
Nos já tínhamos enterrado o Nazismo, mas de 2018 até hoje, 2023, temos uma crescente popularização de pessoas que se sentem superiores.
Você acha que o Bolsonaro ajudou a alavancar os machistas que estavam escondidos pelos cantos?
Os discursos de ódio e o menosprezo as mulheres, negros, índios, gays, nordestinos, nunca estiveram tão em foco.
Nos já tínhamos enterrado o Nazismo, mas de 2018 até hoje, 2023, temos uma crescente popularização de pessoas que se sentem superiores.
Você acha que o Bolsonaro ajudou a alavancar os machistas que estavam escondidos pelos cantos?

anônimo
13/03/2023 08h27
Não.
Isso aí é medo de mulher, mesmo. Os barbados não sabem reagir a uma
mulher que escolhe, paga a conta, trepa com quem achar mais gostoso.E ficam correndo atrás de métodos que não existem mas tem quem venda. Chamar isso de base política ou de fenômeno social é o mesmo que ficar pensando se mulher mostrando o corpo no tiktok é coisa de esquerda ou de direita.