Neste momento em que os termos incel, redpill, bluepill e chad, dentre outros, emergem em mídias mais tradicionais, vale um esforço para entender pra além de compreender os termos citados, as origens e contextos desse fenômeno social.
Os discursos de ódio e o menosprezo as mulheres, negros, índios, gays, nordestinos, nunca estiveram tão em foco.
Nos já tínhamos enterrado o Nazismo, mas de 2018 até hoje, 2023, temos uma crescente popularização de pessoas que se sentem superiores.
Você acha que o Bolsonaro ajudou a alavancar os machistas que estavam escondidos pelos cantos?
Os discursos de ódio e o menosprezo as mulheres, negros, índios, gays, nordestinos, nunca estiveram tão em foco.
Nos já tínhamos enterrado o Nazismo, mas de 2018 até hoje, 2023, temos uma crescente popularização de pessoas que se sentem superiores.
Você acha que o Bolsonaro ajudou a alavancar os machistas que estavam escondidos pelos cantos?

anônimo
13/03/2023 14h02
Eu votei no Bolsonaro, apesar de não ser Bolsonararista. Mas isso veio crescendo devido ao
crescimento de leis que ajudaram a mulher na sociedade, algumas injustiças com o homem e também pela frustração de muitos.Fico lamentando, pois conheci isso de "red pill" em 2019 e não era essa coisa tóxica que se tornou como é hoje. Antigamente eram homens em que diziam a realidade não só focado em mulheres, mas sim na vida em geral. Hoje lamentavelmente vemos essa coisa lastimável, que se tornou tóxica.
Só para ter noção, eu não vejo homens falando sobre esses termos em minha vida social, apenas aqui no site pelo incrível que pareça, um usuário me passou um canal e nunca vi um cara falar tanta asneira por segundo. E outra coisa... se analisarmos, olha o número de deslikes que tú recebeu, é um absurdo!
Obs: uma vez fiz uma pergunta criticando os incels e ainda fui atacado:
https://elaele.com.br/q/481962-por-que-existe-incel