Neste momento em que os termos incel, redpill, bluepill e chad, dentre outros, emergem em mídias mais tradicionais, vale um esforço para entender pra além de compreender os termos citados, as origens e contextos desse fenômeno social.
Os discursos de ódio e o menosprezo as mulheres, negros, índios, gays, nordestinos, nunca estiveram tão em foco.
Nos já tínhamos enterrado o Nazismo, mas de 2018 até hoje, 2023, temos uma crescente popularização de pessoas que se sentem superiores.
Você acha que o Bolsonaro ajudou a alavancar os machistas que estavam escondidos pelos cantos?
Os discursos de ódio e o menosprezo as mulheres, negros, índios, gays, nordestinos, nunca estiveram tão em foco.
Nos já tínhamos enterrado o Nazismo, mas de 2018 até hoje, 2023, temos uma crescente popularização de pessoas que se sentem superiores.
Você acha que o Bolsonaro ajudou a alavancar os machistas que estavam escondidos pelos cantos?

anônimo
13/03/2023 14h07
Os termos que vc falou não tem NADA a ver com misogenia, machismo e outras
coisas. Quem fala isso é quem não procurou sequer se informar minimamente sobre o assunto.Além do mais, o crescimento dessas teorias não tem NADA a ver com Bolsonaro. Se tivesse, eles não teriam crescimento grande em outros paises.
Os paises onde a black pill são mais fortes são EUA e Reino Unido. Os maiores youtubers de black pill do mundo Waffles e Tails moram no Reino Unido e Suíça respectivamente. Os maiores produtores de red pill moram nos EUA.
Essas teorias estão crescendo pq é o que os homens veem que melhor explicam a realidade na qual eles vivem.