Será o fim para o homem comum?

Antigamente, na antiga União Soviética, os casamentos eram todos arranjados. As mulheres não podiam sequer fumar em público. Resultado: Ninguém ficava sozinho e a população disparava a crescer, pois havia muitos casamentos. Antes, não importava se o homem fosse subfive, sem destaque, porque a cultura da época era diferente, e não casar era o pior dos males que podia acometer uma mulher.

Mas hoje, com o avanço da cultura e do feminismo, mulheres se tornaram independentes. Hoje é comum ver mães solteiras que continuam solteiras, ou mulheres que sequer pensam em homem. Antes homem era provedor, hoje é desprezível e só serve para diversão.

Aqui no site tem um cara que ganha muito bem, 18k por mês, e está sozinho. Isso prova que elas estão lindas e empoderadas como nunca.

Conclusão: O número de homens virgens duplicou, de 15% para 30% após a virada do século. O de mulheres diminuiu, é claro, de 10% para 2%.
O consumo de conteúdo pornográfico quadruplicou entre os homens, e várias plataformas adultas aumentarem seus lucros exponencialmente.

Agora que elas ganharam liberdade, estão exigentes ao extremo. Eu mesmo sou branco, 7/10, e não consigo nada. Comigo estão vários amigos, com carro e condição financeira, mas sozinhos.

A população segundo todas as projeções tenderá a reduzir na Europa, resultado da inclusão da mulher no mercado de trabalho e avanço dos métodos contraceptivos. Eu não critico o ganho de espaço das mulheres, pelo contrário, parabenizo.

Mas não me resta outra opção senão virar gay ou me relacionar com mulheres trans.
Na próxima parada LGBT da minha cidade vou marcar presença, pq estou definitivamente jogando a toalha.
anônimo
anônimo
12/05/2023 15h49

A grande questão é...a mulher evoluiu e o homem não.
Antes o oi gatinha deixa

eu te pagar uma bebida/jantar ou o que seja, era algo tido como "necessário" como vc mesmo disse o homem tinha que prover.

Hoje os homens acham que AINDA tem que ser assim e as mulheres evoluíram e se um cara não tem mais do que isso para oferecer, é adeus mesmo