Falas das pessoas xenofóbicos que sabem que em todos os lugares tem pessoas de todas as cores e olhos de todas as cores. No nordeste um lugar tão grande e cheio de cultura e riquezas e claro Que lá tem de tudo lá tem estudo , lugares bonitos, e tudo avançado e fica com um conversadeiro de merda desses pó aí!
Me: Sou nordestina
Me: Sou nordestina

anônima
Desculpa, mas qual seria o contexto? Ficou uma reclamação sem citar fatos.
Sobre todas as cores,
discordo completamente.É possível generalizar indivíduos por características físicas. As brasileiras possuem curvas, por isso as meia-calças europeias ficam horríveis em nós. Os chineses possuem cabelos negros e olhos puxados. Os alemães são brancos. Os bolivianos são indígenas e por aí, vai. O fato de serem diferentes e essa peculiaridade ser ressaltada apenas como um dado não é xenofobia. Xenofobia é quando há deboche como os espanhóis chamando o Vini Jr de macaco. Os macacos são animais lindos e inteligentes. Mas a comparação é xenofóbica pois a ideia não é chamar o jogador de lindo e inteligente.
Toda UF brasileira possui características próprias, que permitem generalizações como sotaque, costumes, vestes, culinária e biotipos majoritários. Há Estados que mantiveram os índios genuínos, outros se miscigenaram recebendo muitos japoneses/SP, italianos, portugueses, holandeses. PE, RJ e SP receberam escravos moçambiquenhos. BA, nigerianos.
Hoje, com a mobilidade interestadual as pessoas se distribuem mais. No passado não era assim, o que gerou esses múltiplos aglomerados étnicos no país.
Há diferença sim e são inegáveis. Aqui no RJ recebemos muitos turistas e é superfácil identificar de onde são. De igual modo, quando eu chego nos lugares, pelo sotaque sabem que sou do RJ. Pela Europa e América, sabem que sou brasileira sem eu falar uma só palavra. Somente na África ficam sem saber de onde sou porque não estão acostumados com a miscigenação. E na Ásia, acham que sou francesa.
Se o povo do RJ e SP tivesse preconceito com o nordeste, não iríamos aí visitar os estados nas férias, não contrataríamos os nordestinos no sudeste e não teríamos tantos nordestinos casados com sudestinos.