Eurocentrismo. Décadas de propaganda e representação artística colocando a mulher branca como símbolo de beleza
e status. Difícil desapegar. E também há a questão da raridade. Num país de maioria parda, qualquer minoria étnica se destaca, seja ruiva, japa etc. o que é mais raro costuma chamar mais atenção que o abundante.