Essa pergunta me deixar curioso, queria saber da opiniões de vocês.
No meu ensino médio e na faculdade percebo uma ondas de homens solteiros, uns 3-5 caras com namoradas e um monte de caras que nem ao menos ficaram uma vez na vida.
Percebo que os encontros de casais, esquemas e etc ,estão diminuindo não vejo tanta paquera como no tempo dos nossos pais e avós (pelo menos na minha região).
O que faz essa situação? As mulheres estarem mais exigente, os homens não saber conquistar ou simplesmente é assim hoje em dia, as pessoas estão focando mais nas carreira e etc, e não estão querendo nem ficar?
No meu ensino médio e na faculdade percebo uma ondas de homens solteiros, uns 3-5 caras com namoradas e um monte de caras que nem ao menos ficaram uma vez na vida.
Percebo que os encontros de casais, esquemas e etc ,estão diminuindo não vejo tanta paquera como no tempo dos nossos pais e avós (pelo menos na minha região).
O que faz essa situação? As mulheres estarem mais exigente, os homens não saber conquistar ou simplesmente é assim hoje em dia, as pessoas estão focando mais nas carreira e etc, e não estão querendo nem ficar?

anônimo
O segundo.
Tenho noção dos porques de ser o segundo, mas não estou com vontade de
explicar. Não adianta teorizar sobre se essa teoria não traz a solução, na realidade mesma a única coisa que quero é a solução para o meu caso nessa pequena parcela da vida que é a paquera e similares. Antes eu precisaria de deixar de ser a "vitíma" desse processo de acanhamento e afins que ocorreu com os homens, depois talvez eu poderia discutir com alguém, escolher lado e enfim. O que é complicado é que a solução para esse problema não sai da boca de ninguém, o que sai é palavras de superioridade, de intriga, enfim. Ninguém trata esse problema como problema real de certas pessoas, mas sim pegam esse problema e utilizam ele como pretexto para tretar, xingar, rir, enfim. Isso não é um desabafo ou um pedido para que as queridas alminhas mudem, mas sim a realização de que ou me fortaleço ou eu enfraqueço cada vez mais. É como um aviso, chamado, não sei dizer exatamente.