A América Latina tem um contexto cultural próprio (cultura ibérica, patrimonialista, estatista, personalista, etc), então é bom compararmos países daqui com seus pares do próprio continente.
A América Latina tem várias correntes políticas e modos de governar, mas todas elas podem ser reduzidas a duas opções opostas e irreconciliáveis: o "neoliberalismo" e o "populismo de esquerda".
O país que mais seguiu à risca e por mais tempo o neoliberalismo foi o Chile. Desde que Pinochet assumiu em 1973. Já o país que mais seguiu o esquerdismo populista com mais afinco foram Venezuela e Cuba. A Argentina também seguiu, porém em intensidade bem menor.
Para o Brasil, o que você defende? O caminho do Chile (neoliberalismo) ou o caminho da Venezuela (esquerdismo populista)?
A América Latina tem várias correntes políticas e modos de governar, mas todas elas podem ser reduzidas a duas opções opostas e irreconciliáveis: o "neoliberalismo" e o "populismo de esquerda".
O país que mais seguiu à risca e por mais tempo o neoliberalismo foi o Chile. Desde que Pinochet assumiu em 1973. Já o país que mais seguiu o esquerdismo populista com mais afinco foram Venezuela e Cuba. A Argentina também seguiu, porém em intensidade bem menor.
Para o Brasil, o que você defende? O caminho do Chile (neoliberalismo) ou o caminho da Venezuela (esquerdismo populista)?

anônima
05/04/2018 12h59
Vou dar uma de Marina Silva. "Essa polarização não faz bem ao Brasil". kkkkkkk (Deixo
claro que não votarei nela).Não posso falar com propriedade de neoliberalismo. Mas li um artigo que dizia que, por mais que os petistas não gostem muito de admitir, o governo da Dilmãe seguiu uma linha neoliberal talvez até mais forte que o tio FHC. E eu, particularmente, não gostei.
Até onde eu sei, o pessoal da Venezuela também não tá muito feliz. Apesar de Cuba ser uma referência em educação, também não vejo como o mais interessante dos modelos. (Deixo o link antes que venham me perturbar: https://www.google.com.br/amp/s/super.abril.com.br/comportamento/fidel-castro-deu-educacao-e-saude-ao-povo-cubano/amp/ )
Sendo assim, mantenho meu posicionamento neutro. Tenho interesse num governo mais sensato e de centro, que ceda às pressões populares quando necessário. Porque eu acho que esquerda de verdade se faz nas ruas.