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De tudo, ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.

Quero vivê-lo em cada vão momento
E em louvor hei de espalhar meu canto
E rir meu riso e derramar meu pranto
Ao seu pesar ou seu contentamento.

E assim, quando mais tarde me procure
Quem sabe a morte, angústia de quem vive
Quem sabe a solidão, fim de quem ama

Eu possa me dizer do amor (que tive):
Que não seja imortal, posto que é chama
Mas que seja infinito enquanto dure
anônima
anônima
16/11/2023 23h38

Entre superposições, olhar intrigado,
A caixa guarda o segredo preservado.
A dualidade persiste, como um véu,
Na fronteira

do mistério, o gato é fiel.

Na caixa escura, mistério a pulsar,
O miau de Schrodinger, a dançar.
Vivo e morto, no universo a brilhar,
No quantum, seu destino a flutuar.

No emaranhado da vida, pelo fio,
O gato vagueia, em destino vadio.
Partículas dançam, entrelaçam-se com ardor,
No palco quântico, encenam seu labor.

Esse foi meio óbvio e sem graça, mas admito que posso estar sendo crítica em demasia com a IA.