É impressão minha ou isso realmente acontece?

As pessoas, ao invés de pegarem algo de uma doutrina para si e aplicarem em suas vidas, preferem, em primeiríssimo lugar, criticá-la com uma "base" rasa e usar essa "refutação" para rejeitá-la? Não experimentam daquele saber, daquele conhecimento, mas são os primeiros a apontarem supostas inconsistências. Isso não seria preguiça e desonestidade?
Por exemplo, uma pessoa que não tem fé, criticar a ideia de fé e dizer que ela não serve para nada na vida de alguém. Como ela pode saber que a fé não vale de nada se não a sentiu em seu peito? Como ela pode ter tanta certeza que a fé não ajuda as pessoas?
E nisso estou me referindo aos bons ensinamentos.
anônima
anônima
26/02/2024 17h46

Tratar experiências próprias como uma verdade absoluta, é uma atitude sem muito valor. A fé

e a descrença podem e vai ser criticadas mesmo não sendo sentidas por alguns, pois as coisas não precisam ser sentidas para serem analisadas de forma analítica, e por fim criticadas. Se não há uma verdade absoluta, não faz sentido tentar conversar do certo.