Ai gente, faz tanto tempo que acabou já. Tipo uns 7 ou 8 meses, mas ele num sai da minha cabeça. As vezes acho que superei, mas de repente volta tudo de novo. Basta uma música que faça sentido...

anônima
Quando amamos alguém, transformamos esta pessoa como um pedaço de nós mesmos, uma continuação de
nosso corpo, da nossa alma, passa a ser o próprio ar que respiramos, só nos sentimos felizes apenas com sua presença.Quando a perdemos, perdemos um pedaço nosso, o nosso ar se tornar rarefeito, então nos sentimos sufocados, sem poder respirar.E aquela necessidade da pessoa parece que não tem fim, a gente acaba deixando isto tomar conta de nossas vidas, e parece que fica praticamente impossível esquecer aquela pessoa. Então é mais fácil lembrar dos momentos felizes que fazermos um esforço e tirar esta pessoa da nossa vida, da nossa memória. É porque já existiu uma história linda escrita, e temos receio de escrever de novo outra história, de nos jogarmos no incerto, de nos esforçarmos para cuidarmos apenas de nós próprios.
E´dificil esquecer, porque nos prostamos, nos entregamos, quando na realidade é o esforço de mudarmos e seguir adiante que vai nos fazer esquecer aquela pessoa. É necessário entendermos que o que ficou para trás não tem volta, temos é de escrever uma nova história, procurar novos interesses, olhar para os lados, para a frente, procurar outra pessoa, e não fixar apenas naquela que já passou e não volta mais.
Se fosse tão fácil assim esquecer a quem um dia tanto amamos, como desligar um botão, então não seríamos seres humanos, seriamos máquina. Mas tudo tem seu tempo, e até o nosso luto também.
Então menina, se arrume, frequente novos lugares, faça um curso de dança, fique mais linda e bonita ainda, abra seu coração para novos amores, decida de forma consciente colocar um ponto final neste teu luto, pois quem já foi embora, por melhor que tenha sido um dia, não está mais em nossa vida.
Nós é que temos de nos amar e cuidar nós próprios e darmos uma chance de sermos felizes de novo, pois tudo passa, até a dor. Então, cabe a nós, de um jeito ou de outro, transformar nosso presente em um verdadeiro "presente".