Nunca tive paciência com pessoas lentas, isso é um fato. Mas percebi também que não tenho paciência alguma com pessoas que possuem algum distúrbio ou que possuem a condição de autista.
Eu conheço uma colega minha faz anos e vivo me irritando com ela, sem saber bem o porquê, mas o jeito me irritava. Pouco tempo descobri que ela tem um transtorno mental, coisa que eu nunca havia parado para pensar. E esse tipo de coisa já ocorreu váriaaas vezes.
Antes que me xinguem, eu sei que o problema está em mim e não nas pessoas que possuem algum distúrbio ou autismo (autismo não é doença, sei disso) e gostaria de melhorar isso. Meu pai contratou para trabalhar em nosso negócio uma moça filha do amigo dele que possui autismo nível moderado e eu quero me dar bem com ela.
Como aprender a ser mais paciente e tolerante nesse tipo de situação?
Eu conheço uma colega minha faz anos e vivo me irritando com ela, sem saber bem o porquê, mas o jeito me irritava. Pouco tempo descobri que ela tem um transtorno mental, coisa que eu nunca havia parado para pensar. E esse tipo de coisa já ocorreu váriaaas vezes.
Antes que me xinguem, eu sei que o problema está em mim e não nas pessoas que possuem algum distúrbio ou autismo (autismo não é doença, sei disso) e gostaria de melhorar isso. Meu pai contratou para trabalhar em nosso negócio uma moça filha do amigo dele que possui autismo nível moderado e eu quero me dar bem com ela.
Como aprender a ser mais paciente e tolerante nesse tipo de situação?

anônima
29/03/2024 10h16
É só lembrar que não ter paciência com gente burra/lerda te faz tão ou mais
burra quanto elas. Afinal, se você não possui essas limitações, tem praticamente um dever moral de ser tolerante com quem não consegue ou não pode agir com a mesma facilidade (acredito que existe mais pessoas impacientes do que que pacientes nesse mundo). Não fazer esse exercício de caridade para com o próximo é deixar de estar cumprindo um papel que possivelmente só você pode fazer nessa pequena esfera social em que você convive. E outra: a partir do momento que você faz o que é esperado de você moralmente, você vira um exemplo a ser seguido e mais pessoas podem se inspirar em você e serem mais diligentes com as necessidades alheias.Eu tenho um irmão autista, e muitas vezes perco a paciência com ele, mas depois penso: ele não tem culpa de ser assim, eu que preciso me adaptar a ele e inserí-lo melhor na realidade. Se eu não fizer isso, ninguém fará por mim (e por ele) e se eu deixar de fazer, estarei prejudicando essa pessoa que precisa de ajuda e de acolhimento, que precisa de muito mais esforço para conviver em sociedade.