''No habitáculo da caminhonete que leva a alcunha fantasia de Hilux, a dama performa movimentos
sugestivos embalada pela batida musical binária solfejada tal qual ''tuts tuts'', a vidraça do veículo acumulando condensação oriunda da diferença de temperatura interna e externa, ao passo em que a rapariga supracitada executa movimentos de fricção em paralelo ao aparato responsável pelo fechamento do cinto. Todo este movimento se aproximando de um elevado estado de clímax, enquanto o eu-lírico enlaça-se junto à voluptuosa senhora no intuito de obter prazer carnal mútuo''