Alguns podem interpretar eventos ou situações de sofrimento extremo, injustiça ou tragédia como evidências de um Deus sádico. Isso inclui coisas como desastres naturais, doenças graves, violência e outras formas de dor e sofrimento. A questão é como reconciliar esses eventos com a ideia de um Deus benevolente. Essa é uma questão profunda que tem sido discutida por teólogos, filósofos e pessoas comuns ao longo da história. Na Bíblia, há passagens que alguns interpretam como evidências de um Deus que permite ou até mesmo ordena ações que poderiam ser consideradas cruéis ou sádicas. Por exemplo, há relatos de guerras, punições severas e a ideia do Inferno como um lugar de tormento eterno. O Livro de Jó é frequentemente citado em discussões sobre o sofrimento humano e a justiça de Deus. No livro, Jó, um homem justo, é submetido a inúmeros sofrimentos, incluindo a perda de sua família, saúde e riqueza. Ele questiona a Deus sobre o motivo de seu sofrimento, e seus amigos tentam explicar sua situação como resultado de seu pecado. No entanto, no final do livro, Deus fala com Jó e o restaura, sem realmente responder às perguntas de Jó sobre o sofrimento. Alguns interpretam essa história como uma lição sobre confiar em Deus mesmo em meio ao sofrimento, enquanto outros questionam por que Deus permitiria tal sofrimento injusto em primeiro lugar.

anônimo
24/05/2024 16h44
Amigo, supere o seu ódio contra Deus ou pare de simplesmente querer encontrar esses argumentos
passionais bobos para justificar um ateísmo. "Urrr, Deus não me deu tudo aquilo que eu queria, logo ele é MAU". Todas essas questões teológicas já foram exaustivamente discutidas por doutores da Igreja, como Tomás de Aquino e Agostinho de Hipona, além de outros teólogos renomados.Não existe bondade em ser um tirano e obrigar que as pessoas ajam bem. É por isso que Deus deu às pessoas livre-arbítrio. Sem a liberdade de escolher o mal, não existe o bem, muito menos virtude em fazê-lo.