Bolsonaro, bem antes de cumprir seu primeiro mandato já é mais popular mundialmente do que os Beatles?
-7
anônimo
588
4a
Entre na sua conta para participar
eles perguntam
14 respostas
6
8
elas respondem
6
anônima
4a
Popularmente incapaz, admirável mesmo.
anônima
4a

anônima
4a
Sim, popular porque falam dele, é aquele negócio né nega, falem bem ou falem mal, mas falem de mim.
anônima
4a
Popular diante dos meus xingamentos.
anônima
4a
Popularmente ruim pra caralho.
anônima
4a
Eu lá qr saber de bolsonaro
eles respondem
8
anônimo
4a
Sim cara, agora vai lá tomar seus remédios e para com a carência de atenção
4a
Lula2022
4a
Vou ter pesadelo com isso.Buenaa noches.
Sim, é mais famoso que Jesus.
anônimo
4a
#borabozoate2026
anônimo
4a
Balada dos loucos- Cruz e souz
..".A pouco e pouco — dois exilados personagens do Nada — parávamos no caminho solitário, cogitando o rumo, como, quando se leva a enterrar alguém, as paradas rítmicas do esquife...
O vento, queixa vaga dos túmulos, esperança amarga do passado, surdinava lento.
De instante a instante eu sentia a cabeça da louca pousada no meu ombro, como um pássaro mórbido, meiga e sinistra, de uma doçura e arcangelismo selvagem e medroso, de uma perversa e febril fantasia nirvanizada e de um sacrílego erotismo de cadáveres. Ficava tocada de um pavor tenebroso e sacro, uma coisa como que a Imaginativa exaltada por cabalísticos aparatos inquisitoriais, como se do seu corpo se desprendessem, enlaçando-me, tentáculos letárgicos, veludosos e doces e fascinativos de um animal imaginário, que me deliciassem, aterrando...
Eu a olhava bem na pupila dos grandes olhos negros, que, pela contínua mobilidade e pela beleza quente, davam a sugestão de dois maravilhosos astros, raros e puros, abrindo e fechando as chamas no fundo mágico, feérico da noite..."
..".A pouco e pouco — dois exilados personagens do Nada — parávamos no caminho solitário, cogitando o rumo, como, quando se leva a enterrar alguém, as paradas rítmicas do esquife...
O vento, queixa vaga dos túmulos, esperança amarga do passado, surdinava lento.
De instante a instante eu sentia a cabeça da louca pousada no meu ombro, como um pássaro mórbido, meiga e sinistra, de uma doçura e arcangelismo selvagem e medroso, de uma perversa e febril fantasia nirvanizada e de um sacrílego erotismo de cadáveres. Ficava tocada de um pavor tenebroso e sacro, uma coisa como que a Imaginativa exaltada por cabalísticos aparatos inquisitoriais, como se do seu corpo se desprendessem, enlaçando-me, tentáculos letárgicos, veludosos e doces e fascinativos de um animal imaginário, que me deliciassem, aterrando...
Eu a olhava bem na pupila dos grandes olhos negros, que, pela contínua mobilidade e pela beleza quente, davam a sugestão de dois maravilhosos astros, raros e puros, abrindo e fechando as chamas no fundo mágico, feérico da noite..."
Sim
4a

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