A maior parte de você não é você... Entendeu?
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anônimo
868
4a
Veja se entendem o meu insight.
Se considerar que você é o que pensa, então é sua consciência e pré-consciência. Porém o seu corpo funciona independente da sua consciência, mas você pode usá-lo como bem entender enquanto estiver consciente. E a sua inconsciência é a maior parte de você, logo a maior parte de você não é você.. ou pelo menos não é você sob controle.

Se considerar que você é o que pensa, então é sua consciência e pré-consciência. Porém o seu corpo funciona independente da sua consciência, mas você pode usá-lo como bem entender enquanto estiver consciente. E a sua inconsciência é a maior parte de você, logo a maior parte de você não é você.. ou pelo menos não é você sob controle.

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eles perguntam
26 respostas
16
10
elas respondem
16
anônima
4a

anônima
4a
Eu não sou o que penso. Consciência não é a mente…
Você não é a mente.
Essa é a minha compreensão sobre essas questões metafísicas.
Você não é a mente.
Essa é a minha compreensão sobre essas questões metafísicas.
anônima
4a
É difícil de explicar a minha crença, mas o seu consciente não é tão consciente quanto você pensa que é, o despertar promove o verdadeiro encontro do seu eu consciente, onde você se coloca na verdadeira natureza das coisas, enquanto o seu inconsciente é uma parte que armazena crenças e culturas que você teve ao longo da vida e que pode influenciar a sua realidade, mas o consciente é o seu eu real quando você toma conhecimento dessas crenças, e quando você desperta a sua consciência real você pode transcender a níveis inimagináveis, de modo a perceber que na verdade você nunca esteve consciente antes, você esteve dormindo esse tempo todo.
O discurso da Dilma:
anônima
4a
Entendi
anônima
4a
Obs
anônima
4a
Se eu responder o que eu acredito, irão me achar louca, mas é quase isso.
4a

4a
Concordo plenamente kkk
4a
Verdade. Pensamos que somos livres, mas não controlamos nem aos nossos instintos, desejos, personalidade, o que pensamos que queremos é mera programação biológica, sentimentos são mecanismos de defesa. É muito perturbador pensar nisso.
anônima
4a

Faz todo sentido. Freud chamava essa parte escondida de Id.
anônima
4a
Vixxx entendi não
anônima
4a
Li a primeira linha e parei pois achei complexo e tô com preguiça de raciocinar.
Você está basicamente falando do Id.
anônima
4a
Muito bom, e ainda tem mais por exemplo pior ainda é quando você foi tão manipulado e nem sua parte consciente é você.
eles respondem
10
4a
sexo
anônimo
4a
o importante é oque importa kk
anônimo
4a
Eu vou mais longe do que isso. A nossa consciência não tem toda essa liberdade. Somos domados pelos nossos genes.
Por exemplo, por que as mães amam os seus filhos? Por que, racionalmente, uma mãe deveria amar ou cuidar de seus filhos? Pelo contrário, poderíamos dissuadi-la a fazer o contrário:
Seu corpo ficou deformado durante a gestação. Você provavelmente teve náuseas durante a gravidez. As dores do parto são terríveis e, depois de nascido, seu filho vai apenas comer, lhe presentear com resíduos metabólicos e entoar choros incrivelmente irritantes — um trabalho enorme, e muito estressante. Enquanto estiver crescendo, você terá de sustentá-lo e educá-lo, no mínimo, até o final de sua juventude. E, depois disso tudo, ele simplesmente dirá: “tchau, agora quero ser independente, passe bem!” Você nunca será recompensada pelo enorme esforço que foi criá-lo — e tudo isso para quê? Para nada, absolutamente!
As mães amam os seus filhos simplesmente porque as que não amaram, os filhos simplesmente morreram e isso não é interessante para o nosso DNA.
Da mesma forma o prazer e o sofrimento existem apenas para esse intuito. São as programações mais fundamentais de nossa existência biológica, e funcionam como ferramentas eficientíssimas para nos coagir às ações que são úteis à nossa preservação. É claro que ninguém saberia explicar por que sentir prazer é bom ou por que sentir dor é ruim. Isso acontece porque eles não existem como fins em si mesmos, ou seja, não existem para serem bons ou maus ou passíveis de uma descrição clara — existem apenas porque são eficientes em nos coagir a comportamentos que proporcionam a perpetuação de nosso DNA.
Vou terminar com uma citação interessante do Richard Dawkins sobre essa questão:
[N]ão os procure [os genes] flutuando livremente no mar. Eles abandonaram essa liberdade há muito tempo. Agora eles apinham-se em colônias imensas, vivendo com segurança dentro de robôs desajeitados gigantescos
Por exemplo, por que as mães amam os seus filhos? Por que, racionalmente, uma mãe deveria amar ou cuidar de seus filhos? Pelo contrário, poderíamos dissuadi-la a fazer o contrário:
Seu corpo ficou deformado durante a gestação. Você provavelmente teve náuseas durante a gravidez. As dores do parto são terríveis e, depois de nascido, seu filho vai apenas comer, lhe presentear com resíduos metabólicos e entoar choros incrivelmente irritantes — um trabalho enorme, e muito estressante. Enquanto estiver crescendo, você terá de sustentá-lo e educá-lo, no mínimo, até o final de sua juventude. E, depois disso tudo, ele simplesmente dirá: “tchau, agora quero ser independente, passe bem!” Você nunca será recompensada pelo enorme esforço que foi criá-lo — e tudo isso para quê? Para nada, absolutamente!
As mães amam os seus filhos simplesmente porque as que não amaram, os filhos simplesmente morreram e isso não é interessante para o nosso DNA.
Da mesma forma o prazer e o sofrimento existem apenas para esse intuito. São as programações mais fundamentais de nossa existência biológica, e funcionam como ferramentas eficientíssimas para nos coagir às ações que são úteis à nossa preservação. É claro que ninguém saberia explicar por que sentir prazer é bom ou por que sentir dor é ruim. Isso acontece porque eles não existem como fins em si mesmos, ou seja, não existem para serem bons ou maus ou passíveis de uma descrição clara — existem apenas porque são eficientes em nos coagir a comportamentos que proporcionam a perpetuação de nosso DNA.
Vou terminar com uma citação interessante do Richard Dawkins sobre essa questão:
[N]ão os procure [os genes] flutuando livremente no mar. Eles abandonaram essa liberdade há muito tempo. Agora eles apinham-se em colônias imensas, vivendo com segurança dentro de robôs desajeitados gigantescos
4a

4a
nem li
Muito texto.
anônimo
4a
Forçado demais
Nem li.
anônimo
4a

anônimo
4a

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