Por que quando um cara mediano e pobre começa a crescer financeiramente na vida é tratado diferente?

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anônimo
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1a
Principalmente pela família e mulheres,quando o cara e mediano e pobre,ele e invisível. Para a família e principalmente para as vagabundas interesseiras.
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eles perguntam
8 respostas
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elas respondem
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anônima
1a
Tu fala do o q relatam nos vídeos
Mas não vive a realidade
anônima
1a
Tem uns que são burros também né mal cresce na vida, e já vai atras de mulher, e não sabem nem escolher porque só usam a cabeça debaixo.
Sem dinheiro nada se faz, logo tem pessoas que supervalorizam dinheiro mais do que caráter. Lastimável
anônima
1a
Acredito que isso se aplica a qualquer pessoa, homem ou mulher
anônima
1a
Tu quer namorar uma mulher lisa e desempregada que não faz prr nenhuma? NÃO! pq alguém deveria namorar cntg quando tu não tem um pau pra dar no gato? Tu deveria ficar feliz que ninguém te queria, pelo menos tu já ia economizar o dinheiro que nem tem.
anônima
1a
Começam a enxergar o potencial que antes não conseguiam enxergar.
eles respondem
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Todo mundo é tratado diferente quando se tem dinheiro.
anônimo
1a
Essa é fácil. Hoje em dia, tendemos a perceber as razões últimas de nosso comportamento e de tudo que fazemos como sendo guiado, em última instância, pela busca de dinheiro e poder, ou seja, precisamente como Hobbes imaginava, autopreservação física ou, na linguagem de hoje, os “interesses econômicos”.

Reflitamos juntos, por um momento: o que nos faz procurar obssessivamente dinheiro e poder senão a necessidade de ser admirado, respeitado, invejado e, portanto, “reconhecido” pelos outros? Não é mesmo? Pense na sua própria vida e na vida dos outros que você conhece. Se isso é verdade, como acho que seja, então a necessidade última dos seres humanos é a busca incansável por “reconhecimento social”. Isso tem a ver, certamente, com a enorme fragilidade de nossa condição existencial.

Fragilidade que tentamos desesperadamente negar e reprimir e tapar o sol com uma peneira. Afinal, somos assolados desde que nascemos por medos e angústias da morte inevitável e da doença, pela necessidade de confirmação de afeto dos entes que amamos, da necessidade de confirmação externa do nosso valor próprio e assim por diante.

Espero que compreenda, Pedro.