Se o marido/esposa sofre uma lesão cerebral irreversível, o cônjuge que sobrou é obrigado a permanecer fiel?

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Uma mulher se casou ainda na adolescência com o primeiro marido.
O primeiro marido sofreu um acidente que não o matou mas o deixou vegetativo.
Ela então decide pedir divórcio para casar com outro homem.
Mas continua cuidando do primeiro marido como se fosse a tutora dele.
O que vocês acham?

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anônimo
1a
Uma coisa não tem nada a ver com a outra, continuo cuidando dela mas também tenho que me satisfazer. Se não falta nada dentro de casa não tem problema nenhum procurar uma gpzinha.
Seria fiel a ela até a morte
Legal. Se um dia eu me tornar um inválido, gostaria que ela seguisse em frente com a vida dela.
Isso me lembra o Stephen Hawking,

Eu não me sinto pronto pra responder essa pergunta, nunca nem namorei...

Na minha cabeça, o Juramento de: "Na Saúde e Na Doença" não é só uma frase boba, mas um comprometimento.

Se jurei perante Deus, cuidar da minha esposa como um vaso frágil até o fim da vida, eu irei cumprir essa promessa.

Mas eu tenho necessidades, e provavelmente, iria estar lutando contra mim mesmo pra nao acabar recorrendo vez ou outra a masturbação. Eu acredito que isso iria ocorrer... infelizmente. Por que o espírito está disposto, mas a carne, é fraca.