Você é ou foi autodidata em alguma coisa?
Eu fui e ainda sou, autodidata em história, aprendi muito mais sozinha do que no colégio, aliás muitas coisa do que eu sei, aprendi fora da sala de aula.
Entre na sua conta para participar
elas perguntam
20 respostas
14
6
eles respondem
14
5M
Praticamente de tudo.
Ainda criança aprendi que a escola não era lugar para aprender, menos ainda para fazer descobertas, conhecer o mundo ou a verdade, mas um lugar para memorizar discursos para posteriormente reproduzi-los em provas escolares ou recitá-los diante de adultos para se sentirem orgulhosos de uma criança "estudiosa".
Tive professores grosseiros e ignorantes, que se achavam o supra-sumo do conhecimento por simplesmente encontrarem-se em uma posição de autoridade. Uma professora de geografia que, em uma aula acerca do "iminente" esgotamento dos recursos hídricos (especificamente da água potável), questionei sobre a possibilidade de separar-se o sal da água, ao que ela, certamente incomodada por alunos fazerem perguntas, respondeu arrogantemente: "Isso até poderia existir, mas não viaja, não existe, né, duhh". Ela não ouvira falar do processo de dessalinização da água.
Professores de história que simplesmente reproduziram a propaganda iluminista contra a Idade Média, retratando-a como um período de obscurantismo, estagnação política, econômica e, principalmente, científica. Talvez por nos enxergarem como incapazes, nunca sequer preocuparam-se em explicar as contradições mais evidentes do discurso acadêmico hegemônico: por exemplo, fato de grande parte das teorias (que ainda hoje os neoateus reproduzem como sendo científicas) terem sido concebidas por religiosos, a exemplo da Teoria do Big Bang, proposta pelo padre Georges Lemaître. Ignoraram o fato de que as descobertas astronômicas de povos pagãos foram preservadas pelas instituições medievais, e é em grande parte graças a elas que temos acesso a esse conhecimento hoje. Aliás, mais de 30 crateras lunares foram nomeadas em homenagem a astrônomos jesuítas.
Enfim, em que pese o esforço da educação tradicional em destruir a curiosidade e a iniciativa do aluno, tornando-o alguém passivo, posso dizer orgulhosamente que sobrevivi, graças à minha persistência na busca pela verdade e minha autoformação.
Ainda criança aprendi que a escola não era lugar para aprender, menos ainda para fazer descobertas, conhecer o mundo ou a verdade, mas um lugar para memorizar discursos para posteriormente reproduzi-los em provas escolares ou recitá-los diante de adultos para se sentirem orgulhosos de uma criança "estudiosa".
Tive professores grosseiros e ignorantes, que se achavam o supra-sumo do conhecimento por simplesmente encontrarem-se em uma posição de autoridade. Uma professora de geografia que, em uma aula acerca do "iminente" esgotamento dos recursos hídricos (especificamente da água potável), questionei sobre a possibilidade de separar-se o sal da água, ao que ela, certamente incomodada por alunos fazerem perguntas, respondeu arrogantemente: "Isso até poderia existir, mas não viaja, não existe, né, duhh". Ela não ouvira falar do processo de dessalinização da água.
Professores de história que simplesmente reproduziram a propaganda iluminista contra a Idade Média, retratando-a como um período de obscurantismo, estagnação política, econômica e, principalmente, científica. Talvez por nos enxergarem como incapazes, nunca sequer preocuparam-se em explicar as contradições mais evidentes do discurso acadêmico hegemônico: por exemplo, fato de grande parte das teorias (que ainda hoje os neoateus reproduzem como sendo científicas) terem sido concebidas por religiosos, a exemplo da Teoria do Big Bang, proposta pelo padre Georges Lemaître. Ignoraram o fato de que as descobertas astronômicas de povos pagãos foram preservadas pelas instituições medievais, e é em grande parte graças a elas que temos acesso a esse conhecimento hoje. Aliás, mais de 30 crateras lunares foram nomeadas em homenagem a astrônomos jesuítas.
Enfim, em que pese o esforço da educação tradicional em destruir a curiosidade e a iniciativa do aluno, tornando-o alguém passivo, posso dizer orgulhosamente que sobrevivi, graças à minha persistência na busca pela verdade e minha autoformação.
Sla, só sei que a gente não aprende do nada e eu aprendi muitas coisas lendo textos na Internet e vendo vídeo aula tbm.
Em tudo
Tudo que sei aprendi por conta própria, até mesmo a andar e falar.
5M
Em tudo. Estudo sozinho desde os 5 anos.
Inglês e andar de bike loucamente
anônimo
5M
e beijar lindas garotas... sempre fui bom.
Também sou um legítimo autodidata em história e em sexo, aprendi tudo sozinho...
anônimo
5M
Tudo, nunca nem fiz faculdade.
5M
Talvez
Depende do assunto.
5M
Sim, em inglês.
5M
Em ler e escrever partituras para bateria.
elas respondem
6
anônima
5M
Tudo
anônima
5M
Aprendi a cantar sozinha
5M
Sim quase tudo que sei foi procurando sozinha
5M
Sim. Idiomas, geografia e um pouco de História também.
anônima
5M
Inglês e desenho.
Mtas coisas eu aprendi sozinha e mtas na escola amiga.. Acho que fui autodidata qdo aprendi a ler aos 4 anos.. Me colocaram numa turma com idade mais avançada na época.. Tanto que terminei o ensino médio com 16 ..
anterior
As palavras já te magoaram?qual sua dúvida?
descubra tudo sobre o sexo oposto!