Desde a origem dos EUA eles sempre se viram superiores aos demais eles creem veementemente q foram escolhidos por Deus para expandir seu território, e que receberam de Deus uma missão especial de liderar de corrigir e disciplinar outras nações eles acreditam totalmente q tem a permissão divina. Q a América seria a “cidade sobre o monte” (referência bíblica)
Q eram um “novo Israel”
Deus os havia separado dos “corrompidos” da Europa.
Eles não diziam “talvez Deus esteja conosco”.
Eles diziam “Deus nos escolheu”.
Essa crença justificou:
tomada de terras indígenas
guerras de expansão
a ideia de que quem resistisse estava resistindo a Deus.
No século XIX, isso virou doutrina cultural:
“É vontade de Deus que os EUA se expandam.”
Não era metáfora. Não era simbólico. Era literal.
Essa crença ela é profunda, histórica e ainda viva hoje muitos líderes religiosos, líderes militares e civis e o próprio presidente dos eua creem nisso internamente
Eles não acham que estão “fazendo o mal necessário”. Acham que estão cumprindo um papel histórico dado por Deus.
Biblicamente, isso é extremamente perigoso:
toda nação que se declarou “instrumento final de Deus” caiu
Assíria, Babilônia e Roma usaram o mesmo argumento
Deus usa nações, mas não as autoriza a se endeusarem
Quando uma nação diz:
“Temos permissão divina para corrigir o mundo”
Ela já cruzou a linha entre instrumento e ídolo.
Eua e Inglaterra partes de ferro, e a parte de barro são a Europa