Sim, a Aline. Mulher baixinha, oxigenada e que tem voz de fumante do meu trabalho. No começo a achava burra, sem graça, burra e burra, mas, depois de passar mais tempo com ela, descobri que é muito organizada, reclamona, engraçada, burra, sem noção, burra e burra.
Admito que eu estava superenganado sobre ela e muito me surpreendi quando essas partes de sua personalidade, antes escondidas, passaram a emergir.