eles respondem
Sim
Se a mulher tiver peitões
Hoje em dia todo mundo é meio transtornado.
Sim se eu gostar da pessoa de verdade eu vou até o final,chamo pra fazer amor e caso....e depois é so american pie
Se eu descobrir o transtorno antes, não.
Depende do caso, mas acho que não. Pode ser uma convivência difícil dependendo do que for. E vc ?
Sabendo antecipadamente não... Mas... Mas...
Provavelmente não. Mas tem que ver a situação e a pessoa como um todo.
Complicado isso ai cara
Ja estive conhecendo uma mulher com espectro
É como aquele filme la do Adan Sendler, Como se fosse a primeira vez
Não é pra mim cara, ela era legal e eu gostava dela mas do nada ela mudava de humor, ficava emburrada, começava a chorar do nada, depois ficava feliz, tudo na msm hora. tem q amar muito alguem assim diariamente cara
É melhor se relacionar com alguém que tenha autoconsciência e esteja se curando do que com alguém que não tem a menor ideia dos próprios traumas e problemas, e se acha perfeito.
Depende do transtorno. Mas eu namoraria sim!
Depende do transtorno e da intensidade. Se fosse um mais grave, tipo uma esquizofrenia, talvez não, mesmo com o tratamento em dia. Vai que da uma pane e ela tenta me matar.
Não, ah não ser que ela seja bonita e não seja algo evidente logo de cara
Dependendo do transtorno, depende do nível do transtorno
Se for olhar de perto, ninguém é normal.
Eu seria hipócrita se eu não namorasse uma pessoa por esse motivo, pois eu também sofro de doenças mentais,mas essa pessoa teria que estar com o tratamento em dia,assim como eu estou com o meu.
elas respondem
Depende do transtorno e se ela faz o tratamento adequado.
Hoje em dia é muito difícil alguém não ter nada.
Ansiedade é transtorno mental, né? Então acho que sim, mas prefiro que não tenha
Claro, é a minha preferência.
Sim, desde que ela tratasse e se cuidasse.
Não
Já tenho que lidar com o meu
Pergunta muito aberta...
Em vias normais nao namoraria não...
Mas, tem muita gente com transtorno que conseguiu traçar o tratamento adequado e vive normalmente
Não, já basta eu de perturbada