Acho isso um erro tremendo na criação de filhos. Caso eu venha a ter filhos, na primeira oportunidade deles entrarem no jovem aprendiz, vão entrar. Vão trabalhar cedo, mesmo eu podendo dar uma vida boa a eles.
Nao deixar é intervir demasiadamente na autonomia do filho.
Aconselhar, aí já acho que é o papel de 1 pai.
Darei o exemplo da minha área (a jurídica) que é a que posso falar melhor.
Escritórios de advocacia costumam oferecer remunerações de cerca de 2 salários mínimos para a pessoa trabalhar como advogado (isso sem direito a FGTS, seguro desemprego, décimo terceiro, férias, etc. É só o valor combinado).
Penso que 1 bom pai irá aconselhar o filho a não aceitar uma proposta dessas e estudar pra concursos jurídicos. CONTUDO, se o filho bater o pé e disser que quer trabalhar mesmo assim, essa vontade tem que ser respeitada.
Complicado, hein? O que acontece se ela decidir trabalhar mesmo assim? Com 28 anos a decisão é dela, não deles. É estranho os pais quererem manter uma mulher adulta 'presa' em casa sem perspectiva de carreira.