Você já presenciou um homem batendo em uma mulher? Qual foi sua reação?
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eles perguntam
13 respostas
5
8
elas respondem
5
15h
Já, sim. Inclusive, minha mãe já foi agredida. Então, muito novinha, eu decidi que homem nenhum ia fazer graça comigo e nem com mulher/animal/criança nenhuma caso eu estivesse presente.
Eu entro no meio de alguma forma.
Valentão só é só valentão porque as pessoas são medrosas. Eu não tenho medo de homem, já bati de frente com vários homens metidos a machões, principalmente, pessoalmente. Uso a violência sem dó nem piedade.
Comigo, não tem gracinha. Antes morrer se defendendo do que ser medrosa e morrer apanhando.
Eu entro no meio de alguma forma.
Valentão só é só valentão porque as pessoas são medrosas. Eu não tenho medo de homem, já bati de frente com vários homens metidos a machões, principalmente, pessoalmente. Uso a violência sem dó nem piedade.
Comigo, não tem gracinha. Antes morrer se defendendo do que ser medrosa e morrer apanhando.
13h
Meu pai batendo na minha mãe
6h
Sim, já apanhei também.
6h
Sim, aconteceu duas vezes, e em ambas acionei a polícia.
6h
Já e nem liguei.
eles respondem
8
19h
Fizeram uma pergunta praticamente idêntica a essa há apenas algumas horas. Não vou ficar repetindo a mesma resposta.
19h
Não faria nada além de farmar


14h
Já. Foi o irmão dela, inclusive. Eu fiquei surpreso por que foi algo totalmente inesperado.
anônimo
6h
Não, mas meu pai era muito grosseiro com minha mãe, ainda bem que se separaram.
6h
não ando em lugar dcom gente baixa tirando transporte publico.
Então não vejo isso e se ver é pq tanto a mulher como o homem são iguais pois gente baixa anda com gente baixa
Então não vejo isso e se ver é pq tanto a mulher como o homem são iguais pois gente baixa anda com gente baixa
6h
Sim, fui lá correndo pra ajudar.
Ela não teve a menor chance contra 2
Ela não teve a menor chance contra 2
5h
Nunca aconteceu, mas se acontecer eu fico na minha quieto, eu que não me meto em briga dos outros, e me refiro a qualquer briga entre pessoas, sejam homens brigando, mulheres, anões, aposentados trocando sucos na pracinha de jogar dominó ou o que quer que seja
Nem quem dá aula de luta defende essa idiotice de pagar de herói
Nem quem dá aula de luta defende essa idiotice de pagar de herói
Eu estava andando pela rua como em qualquer outro dia, distraído com meus próprios pensamentos, quando algo quebrou o ritmo da rotina. Um barulho seco, seguido de um grito. Olhei na direção e vi um homem agredindo uma mulher no meio da calçada. Na hora, meu corpo travou por um segundo — aquele tipo de situação que você nunca acha que vai presenciar de verdade.
Mas aí veio outra sensação. Uma calma estranha, pesada, como se algo dentro de mim tivesse decidido agir antes mesmo da minha cabeça. Comecei a caminhar na direção deles, sem pressa, mas com uma firmeza que eu mesmo não reconhecia.
Cada passo parecia mais alto que o outro. Não porque eu estivesse fazendo algo físico demais, mas porque a atmosfera ao meu redor parecia mudar. O ar ficou denso, carregado. Eu não disse uma palavra. Nem precisei.
Quando passei perto do homem, ele simplesmente parou.
Foi como se ele tivesse sentido. Ele me olhou — não com raiva, não com desafio — mas com medo. Um medo puro, direto, daqueles que vêm do instinto. A mão dele caiu lentamente, e ele deu um passo para trás, como se estivesse diante de algo muito maior do que ele conseguia entender.
Eu continuei em silêncio, só olhando.
A mulher se afastou, e o homem… ele simplesmente desmoronou. Levantou as mãos, tremendo, e começou a falar sozinho, dizendo que tinha errado. Minutos depois, quando a polícia chegou, ele não resistiu. Entrou na viatura como se já tivesse aceitado tudo antes mesmo deles pedirem.
E eu? Eu só fiquei ali, parado, tentando entender o que tinha acontecido.
Talvez não tenha sido força física. Talvez nem coragem.
Mas naquele momento… minha aura avassaladora foi suficiente.
Mas aí veio outra sensação. Uma calma estranha, pesada, como se algo dentro de mim tivesse decidido agir antes mesmo da minha cabeça. Comecei a caminhar na direção deles, sem pressa, mas com uma firmeza que eu mesmo não reconhecia.
Cada passo parecia mais alto que o outro. Não porque eu estivesse fazendo algo físico demais, mas porque a atmosfera ao meu redor parecia mudar. O ar ficou denso, carregado. Eu não disse uma palavra. Nem precisei.
Quando passei perto do homem, ele simplesmente parou.
Foi como se ele tivesse sentido. Ele me olhou — não com raiva, não com desafio — mas com medo. Um medo puro, direto, daqueles que vêm do instinto. A mão dele caiu lentamente, e ele deu um passo para trás, como se estivesse diante de algo muito maior do que ele conseguia entender.
Eu continuei em silêncio, só olhando.
A mulher se afastou, e o homem… ele simplesmente desmoronou. Levantou as mãos, tremendo, e começou a falar sozinho, dizendo que tinha errado. Minutos depois, quando a polícia chegou, ele não resistiu. Entrou na viatura como se já tivesse aceitado tudo antes mesmo deles pedirem.
E eu? Eu só fiquei ali, parado, tentando entender o que tinha acontecido.
Talvez não tenha sido força física. Talvez nem coragem.
Mas naquele momento… minha aura avassaladora foi suficiente.
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