Você confiaria em se relacionar com uma ex-prostituta?
-1
anônimo
64
6h
Na minha família tem um caso assim. Um tio meu se casou com uma mulher que já foi prostituta, e teve um filho. Tenho dó dele pois uma vez passamos em uma rua e ele disse "foi aqui que minha mãe conheceu meu pai". E essa rua antigamente era próxima a um prostíbulo. O problema é que ao que tudo indica, ela está voltando a essa vida.
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8
anônimo
8h
Talvez sim, mas eu teria que ir pra um lugar que ninguém conhecesse a gente. Pra evitar que as pessoas ficassem apontando pra mim na rua e dizendo: olha aquele cara que é casado com a puta.
6h
Acredito que seja totalmente possível a uma mulher com história de prostituição arrepender-se dos seus atos e viver uma vida digna e ordenada a Deus.
Mas um dos sinais de uma transformação real é a prudência. Veja a Andressa Urach, por exemplo. Após quase morrer devido à aplicação de hidrogel e PMMA, disse-se publicamente arrependida, escreveu um livro intitulado Morri para Viver, passou a frequentar a Igreja Universal. Disse que se não tivesse passado pelo problema de saúde, "talvez tivesse cometido suicídio". Ainda que fosse o caso que ela tivesse de fato se convertido, a tônica da história de vida dela é de instabilidade, e isso torna inapropriado que ela tivesse o destaque e a posição de liderança e representação religiosa.
Da mesma forma, o fato de uma mulher ter deixado a prostituição não torna apropriado que venha a constituir família. Pois, embora sejamos restaurados do pecado pelo amor de Deus, as pessoas precisam entender que suas escolhas têm um custo de oportunidade. Da mesma forma que a realidade impõe limites a quem viveu uma vida de esbórnia, comendo, bebendo e usando drogas irrefreadamente, impedindo-o de, pela simples vontade, tornar-se um atleta de alto nível, também quem viveu uma vida de decadência moral na prostituição deve tratar essas "aspirações" familiares com temperança e comedimento.
Por recear que tais aspirações constituam em si mesmas um sinal de instabilidade, eu preferiria evitar o risco.
Mas um dos sinais de uma transformação real é a prudência. Veja a Andressa Urach, por exemplo. Após quase morrer devido à aplicação de hidrogel e PMMA, disse-se publicamente arrependida, escreveu um livro intitulado Morri para Viver, passou a frequentar a Igreja Universal. Disse que se não tivesse passado pelo problema de saúde, "talvez tivesse cometido suicídio". Ainda que fosse o caso que ela tivesse de fato se convertido, a tônica da história de vida dela é de instabilidade, e isso torna inapropriado que ela tivesse o destaque e a posição de liderança e representação religiosa.
Da mesma forma, o fato de uma mulher ter deixado a prostituição não torna apropriado que venha a constituir família. Pois, embora sejamos restaurados do pecado pelo amor de Deus, as pessoas precisam entender que suas escolhas têm um custo de oportunidade. Da mesma forma que a realidade impõe limites a quem viveu uma vida de esbórnia, comendo, bebendo e usando drogas irrefreadamente, impedindo-o de, pela simples vontade, tornar-se um atleta de alto nível, também quem viveu uma vida de decadência moral na prostituição deve tratar essas "aspirações" familiares com temperança e comedimento.
Por recear que tais aspirações constituam em si mesmas um sinal de instabilidade, eu preferiria evitar o risco.
anônimo
8h
Confiaria mais em uma atual prostituta
6h
Só se eu tivesse dinheiro, putas não são burras, mas são extremamente materialistas. Se eu pudesse proporcionar uma vida confortável pra ela, o relacionamento tem boas chances de dar certo.
Não, só se existisse de fato uma mudança radical dos valores dessa pessoa.
Fiquei me perguntando como é "voltando para essa vida". O que você quer dizer é que ela voltou, né?
Fiquei me perguntando como é "voltando para essa vida". O que você quer dizer é que ela voltou, né?
8h
Não
De jeito nenhum.
anônimo
7h
Se ele está feliz que se foda o que a família fica pensando, eu não me sentiria bem.
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