Vocês acham que há uma explicação razoável para isso?
A mãe que rejeita o filho.
Não digo depois de adulto, sendo que o filho pode se tornar um filho da puta sem caráter. Digo desde o nascimento. Qual explicação lógica para a mãe não sentir amor por um filho? O filho que foi planejado, obviamente. Sem planejamento se torna até comum (embora triste) uma mãe rejeitar seu filho.
Seria algo espiritual? Psicológico? Por que uma mãe planeja um filho e...
Não digo depois de adulto, sendo que o filho pode se tornar um filho da puta sem caráter. Digo desde o nascimento. Qual explicação lógica para a mãe não sentir amor por um filho? O filho que foi planejado, obviamente. Sem planejamento se torna até comum (embora triste) uma mãe rejeitar seu filho.
Seria algo espiritual? Psicológico? Por que uma mãe planeja um filho e...
eles respondem
Cara, essas reflexões são pesadas mesmo, mas valem a pena de vez em quando. Vamos lá, a rejeição de uma mãe pelo filho, especialmente um que foi planejado, é difícil de entender à primeira vista. Existem várias razões possíveis, e pode ter a ver tanto com fatores psicológicos quanto com questões biológicas, sociais ou até espirituais, dependendo da visão que você tenha.
Psicologicamente
Algumas mães podem sofrer de depressão pós-parto, que afeta a ligação emocional com o bebê. Elas podem sentir uma desconexão, culpa, ou até falta de afeto, mesmo que tenham desejado a criança. A expectativa da maternidade e a realidade podem ser tão diferentes que geram frustração e sentimentos de inadequação.
Também pode haver traumas não resolvidos. Às vezes, a ideia de ter um filho parece uma solução para algo dentro dela, mas quando o bebê chega, ela percebe que esses problemas continuam. E aí, pode projetar sua frustração no filho.
Biologicamente
Pode haver algum distúrbio hormonal ou neurológico que afete a capacidade de a mãe sentir aquele vínculo natural esperado. Por mais que a gente idealize o amor maternal, ele é um processo que envolve um coquetel de hormônios e reações cerebrais.
Socialmente
Pressões sociais ou expectativas irreais podem fazer com que a mulher, ao finalmente se tornar mãe, perceba que isso não era o que ela realmente queria ou esperava. Ela pode se sentir sufocada pelo papel de mãe, mesmo que tenha planejado a gravidez, e isso gera uma rejeição inconsciente.
Espiritualmente
Se você acredita numa visão espiritual, algumas tradições dizem que certas mães e filhos podem ter algum "karma" ou ciclo de vidas passadas, o que explicaria uma sensação de desconexão. Mas essa explicação é muito pessoal e varia conforme as crenças de cada um.
O fato é que mesmo com o planejamento, ninguém está integralmente preparado para ser pai ou mãe, haja vista todos os desafios que hão de vir.
Psicologicamente
Algumas mães podem sofrer de depressão pós-parto, que afeta a ligação emocional com o bebê. Elas podem sentir uma desconexão, culpa, ou até falta de afeto, mesmo que tenham desejado a criança. A expectativa da maternidade e a realidade podem ser tão diferentes que geram frustração e sentimentos de inadequação.
Também pode haver traumas não resolvidos. Às vezes, a ideia de ter um filho parece uma solução para algo dentro dela, mas quando o bebê chega, ela percebe que esses problemas continuam. E aí, pode projetar sua frustração no filho.
Biologicamente
Pode haver algum distúrbio hormonal ou neurológico que afete a capacidade de a mãe sentir aquele vínculo natural esperado. Por mais que a gente idealize o amor maternal, ele é um processo que envolve um coquetel de hormônios e reações cerebrais.
Socialmente
Pressões sociais ou expectativas irreais podem fazer com que a mulher, ao finalmente se tornar mãe, perceba que isso não era o que ela realmente queria ou esperava. Ela pode se sentir sufocada pelo papel de mãe, mesmo que tenha planejado a gravidez, e isso gera uma rejeição inconsciente.
Espiritualmente
Se você acredita numa visão espiritual, algumas tradições dizem que certas mães e filhos podem ter algum "karma" ou ciclo de vidas passadas, o que explicaria uma sensação de desconexão. Mas essa explicação é muito pessoal e varia conforme as crenças de cada um.
O fato é que mesmo com o planejamento, ninguém está integralmente preparado para ser pai ou mãe, haja vista todos os desafios que hão de vir.