Como casar sabendo que homem pensa em outras,e pinto dele sempre vai levantar pra qualquer uma? É frustrante?
anônima
Quando vejo que eles atiram pra todo lado fico mais triste ainda. Os que finjem de tapados são piores ainda.
elas respondem
1a
Toda generalização é boba. No entanto, seu ponto é metade tolo quando considerado no contexto dos comportamentos sociais e até culturais – a psicologia das multidões que, quando juntas, aprendem a agir e a pensar de uma forma específica.
Você não precisa ter um receio extremo de se casar com um homem apenas por presumir que ele cometerá os mesmos erros de outros; tampouco precisa se prender à ideia de se relacionar com alguém para ensiná-lo a amar e a tratá-la com dignidade e respeito.
É comum que tenhamos receio de diversos comportamentos na sociedade, que muitas vezes não são saudáveis para você ou para os outros – como temer diariamente assaltos, homicídios ou acidentes. Porém, focar apenas nisso pode inibir uma vivência plena e, até mesmo, subestimar a capacidade cognitiva daquele que um dia poderá estar ao seu lado. Isso, no fim, pode soar egoísta ou até presunçoso.
Sugiro um exercício mental: apesar dos diversos exemplos em massa, tente acreditar no que a pessoa ao seu lado expressa e pensa, mesmo que isso a torne única em comparação aos demais. Outro exercício essencial é dialogar sobre esses medos e receios, é uma forma de comunicação aberta sobre aquilo que tanto lhe causa temor
Você não precisa ter um receio extremo de se casar com um homem apenas por presumir que ele cometerá os mesmos erros de outros; tampouco precisa se prender à ideia de se relacionar com alguém para ensiná-lo a amar e a tratá-la com dignidade e respeito.
É comum que tenhamos receio de diversos comportamentos na sociedade, que muitas vezes não são saudáveis para você ou para os outros – como temer diariamente assaltos, homicídios ou acidentes. Porém, focar apenas nisso pode inibir uma vivência plena e, até mesmo, subestimar a capacidade cognitiva daquele que um dia poderá estar ao seu lado. Isso, no fim, pode soar egoísta ou até presunçoso.
Sugiro um exercício mental: apesar dos diversos exemplos em massa, tente acreditar no que a pessoa ao seu lado expressa e pensa, mesmo que isso a torne única em comparação aos demais. Outro exercício essencial é dialogar sobre esses medos e receios, é uma forma de comunicação aberta sobre aquilo que tanto lhe causa temor