O que acham dessa diva cantando com ao lado da Alcione?
anônimo
https://youtu.be/BxXxILHOP_c?si=FkZtucpRdbKOHCHd
elas respondem
anônima
7M
Eu conheci uma mina que falava com os cachorros como se eles fossem humanos.
Ela era tipo uma Jedi da fofura animal, só que com mais estilo e menos sabre de luz. Antes de todo mundo achar isso esquisito, ela já estava lá, no meio da rua, debatendo filosofia com o pug da vizinha. Mas não era qualquer debate: era sobre economia global, inflação e se a ração de frango valia mais que a de carne. Todo mundo passava olhando com cara de “essa pessoa tá maluca”, mas ela nem ligava, e os cachorros prestavam atenção como se fossem alunos aplicados.
Um dia, eu estava passando pela praça, tomando sorvete de chocolate, e ouvi ela gritando com um pug: “Não, Bobinho, a crise não é culpa da padaria!” Só que, no meio dessa conversa filosófica, surge um pitbull gigante, do tamanho de um cavalo de verdade, correndo e atacando todo mundo na praça. O caos foi imediato: crianças chorando, mães gritando, gente tentando salvar o sorvete… e eu? Eu só fiquei congelado, tipo estátua, observando o desastre.
Aí ela entra na cena como se fosse a protagonista de um filme de ação: caminhou até o pitbull, sem medo, deu um suspiro profundo e disse: “Calma, Rex. É só terça-feira.” E vocês não vão acreditar… o pitbull parou. Olhou pra ela, abaixou as orelhas e deitou. Foi como se um feitiço tivesse sido lançado. Eu fiquei com a boca aberta, tropecei no meu próprio tênis e só consegui balbuciar: “Como você fez isso?”
Ela deu de ombros, com aquele sorriso que mistura orgulho e “eu faço isso todo dia”: “Treino diário de carisma canino, querido. Não é pra qualquer um.” Depois disso, eu fiquei fascinado. Comecei a acompanhar ela todos os dias, aprendendo técnicas de negociação com cachorros bravos, meditação para pugs ansiosos e até a arte de discutir com chihuahuas sobre política internacional.
Hoje, a gente é tipo um duo lendário: eu, que aprendi a sobreviver a ataques de pitbulls sem perder o sorvete, e ela, que transforma qualquer cachorro furioso em amigo. A praça nunca mais foi a mesma.
Ela era tipo uma Jedi da fofura animal, só que com mais estilo e menos sabre de luz. Antes de todo mundo achar isso esquisito, ela já estava lá, no meio da rua, debatendo filosofia com o pug da vizinha. Mas não era qualquer debate: era sobre economia global, inflação e se a ração de frango valia mais que a de carne. Todo mundo passava olhando com cara de “essa pessoa tá maluca”, mas ela nem ligava, e os cachorros prestavam atenção como se fossem alunos aplicados.
Um dia, eu estava passando pela praça, tomando sorvete de chocolate, e ouvi ela gritando com um pug: “Não, Bobinho, a crise não é culpa da padaria!” Só que, no meio dessa conversa filosófica, surge um pitbull gigante, do tamanho de um cavalo de verdade, correndo e atacando todo mundo na praça. O caos foi imediato: crianças chorando, mães gritando, gente tentando salvar o sorvete… e eu? Eu só fiquei congelado, tipo estátua, observando o desastre.
Aí ela entra na cena como se fosse a protagonista de um filme de ação: caminhou até o pitbull, sem medo, deu um suspiro profundo e disse: “Calma, Rex. É só terça-feira.” E vocês não vão acreditar… o pitbull parou. Olhou pra ela, abaixou as orelhas e deitou. Foi como se um feitiço tivesse sido lançado. Eu fiquei com a boca aberta, tropecei no meu próprio tênis e só consegui balbuciar: “Como você fez isso?”
Ela deu de ombros, com aquele sorriso que mistura orgulho e “eu faço isso todo dia”: “Treino diário de carisma canino, querido. Não é pra qualquer um.” Depois disso, eu fiquei fascinado. Comecei a acompanhar ela todos os dias, aprendendo técnicas de negociação com cachorros bravos, meditação para pugs ansiosos e até a arte de discutir com chihuahuas sobre política internacional.
Hoje, a gente é tipo um duo lendário: eu, que aprendi a sobreviver a ataques de pitbulls sem perder o sorvete, e ela, que transforma qualquer cachorro furioso em amigo. A praça nunca mais foi a mesma.