Namorada de 18 anos ter dado pra 7
Agora estou oficialmente namorando com uma menina de 19 anos, tenho 21, tivemos uma conversa sobre passado e ela me disse ter começado a vida sexual aos 15 e eu na época fiquei com ela e fui o terceiro parceiro sexual dela, paramos de ficar e depois disse ter tido outros 4 e então voltei a ficar com ela aos 19 e estamos ficando mais sério e engatamos até relacionamento há 2 meses. O que ainda me d...
elas respondem
4M
Pacient, você não teve um histórico cheio de experiências sexuais ou relacionamentos. Isso lhe dá o direito de se incomodar com o passado amoroso da sua parceira — assim como qualquer mulher pode ou não se incomodar com o do companheiro. Não se trata apenas de namoro sério, como você mencionou ao dizer que “ela nunca foi de namorar”, mas também do número de pessoas com quem cada um já beijou e fez coisinhas sem roupas.
É importante lembrar que você não fez uma escolha equivocada ao se preocupar com isso. Trata-se do que você considera saudável para si e para a relação. Ao contrário do que muitos dizem sobre evitar esse assunto por ser “mexer em vespeiro”, acredito que não há por que o questionado temer aquilo que não envergonha o seu coração ou a mente.
Peço que observe essa sensação interna, que eu mesma, como estudiosa, poderia chamar de "mentalidade do patriarcado estrutural", mas que, aqui, não é o ponto central. A sociedade funciona de forma específica, e criticar a estrutura agora não lhe ajudaria. Você não parece ter um problema de intolerância; foi apenas um homem mais reservado, e isso molda suas percepções e lhe dá o direito.
Meu conselho: Reflita com CALMA sobre esse incômodo, não pelo que os outros dirão, mas porque ele influenciará sua visão sobre muitos comportamentos da sua namorada, especialmente em momentos de conflito e diálogo. Pergunte-se, com honestidade, se você consegue viver tranquilamente com esse passado. Dorme bem? Respira bem? Isso pesa? Decida com base no que você acredita ser melhor para o seu bem-estar.
É uma posição difícil, porque envolve sentimentos reais. Quando escolhemos alguém que já teve muitas experiências amorosas ou sexuais, escolhemos também lidar com fragmentos desse passado: histórias, traumas, momentos — o “DNA” que influenciou aquela pessoa. Claro, não está mais ali como amor, mas como uma parte, já vazia, do que ela viveu, assim como todos nós carregamos algo que, infelizmente, não pode ser apagado.
É importante lembrar que você não fez uma escolha equivocada ao se preocupar com isso. Trata-se do que você considera saudável para si e para a relação. Ao contrário do que muitos dizem sobre evitar esse assunto por ser “mexer em vespeiro”, acredito que não há por que o questionado temer aquilo que não envergonha o seu coração ou a mente.
Peço que observe essa sensação interna, que eu mesma, como estudiosa, poderia chamar de "mentalidade do patriarcado estrutural", mas que, aqui, não é o ponto central. A sociedade funciona de forma específica, e criticar a estrutura agora não lhe ajudaria. Você não parece ter um problema de intolerância; foi apenas um homem mais reservado, e isso molda suas percepções e lhe dá o direito.
Meu conselho: Reflita com CALMA sobre esse incômodo, não pelo que os outros dirão, mas porque ele influenciará sua visão sobre muitos comportamentos da sua namorada, especialmente em momentos de conflito e diálogo. Pergunte-se, com honestidade, se você consegue viver tranquilamente com esse passado. Dorme bem? Respira bem? Isso pesa? Decida com base no que você acredita ser melhor para o seu bem-estar.
É uma posição difícil, porque envolve sentimentos reais. Quando escolhemos alguém que já teve muitas experiências amorosas ou sexuais, escolhemos também lidar com fragmentos desse passado: histórias, traumas, momentos — o “DNA” que influenciou aquela pessoa. Claro, não está mais ali como amor, mas como uma parte, já vazia, do que ela viveu, assim como todos nós carregamos algo que, infelizmente, não pode ser apagado.