O que vocês acharam da lei Felca?
A “Lei Felca”, conhecida oficialmente como ECA Digital (Lei nº 15.211/2025), é uma atualização do Estatuto da Criança e do Adolescente voltada para o ambiente online. Ela entrou em vigor hoje, e tem como principal objetivo proteger crianças e adolescentes na internet.
A lei estabelece que plataformas digitais, como redes sociais, jogos e aplicativos, devem garantir mais segurança para menores de i...
A lei estabelece que plataformas digitais, como redes sociais, jogos e aplicativos, devem garantir mais segurança para menores de i...
elas respondem
anônima
8d
Em primeiro lugar tem de concientizar os pais, a maioria nem lembra que os filhos existem.Só vão se dar conta disto quando acontece o suicidio, matança nos colegios, drogas, adolescentes saindo para encontrar adultos, adolescentes combinando pela internet de maltratarem e assassinarem animais, para cometer crimes, assassinatos, assaltos, brigas nos colegio, bullyng, E ainda assim vão passar mão na cabeça dos filhos.
Grupos de ódio e a realidade invisível -Um ponto cada vez mais relevante — e alarmante — é o papel das redes sociais nesse processo de radicalização silenciosa. Muitos adolescentes vivem uma espécie de mundo à parte, em contato com comunidades digitais de ódio, violência e ideologias extremistas, sem que os pais sequer saibam.
Um caso recente foi o da professora de inglês, de 34 anos, morta em sala de aula, em Canoas, no Rio Grande do Sul, no último dia 2 de abril. Os autores do crime, três alunos de 13, 14 e 16 anos, segundo as investigações, tinham envolvimento com grupos violentos na internet, mas nada disso havia sido percebido pela família ou pela escola com antecedência.
Esse tipo de isolamento digital reforça a urgência de que pais e responsáveis estejam verdadeiramente presentes na vida emocional e digital dos filhos. A vigilância não é só física — é também afetiva, psicológica e virtual. Na série nacional “Adolescência”, vemos pais diante do filho que cometeu um crime, sem terem notado qualquer sinal prévio. O enredo retrata com precisão a realidade de muitas famílias: o distanciamento emocional, a negligência inconsciente, o silêncio, a ausência.
Não é apenas uma ficção — é um espelho social. E reforça a urgência de falarmos sobre vínculos familiares, presença afetiva, escuta ativa e responsabilidade conjunta.
NÃO ADIANTA CRIAR LEIS QUE LIMITEM O USO DA INTERNET, A MENINADA VAI DAR UM JEITO. É NECESSARIO CONSCIENTIZAR OS PAIS E AUMENTAR A RESPONSABILIZAÇÃO PELOS ATOS DE SEUS FILHOS. -
Grupos de ódio e a realidade invisível -Um ponto cada vez mais relevante — e alarmante — é o papel das redes sociais nesse processo de radicalização silenciosa. Muitos adolescentes vivem uma espécie de mundo à parte, em contato com comunidades digitais de ódio, violência e ideologias extremistas, sem que os pais sequer saibam.
Um caso recente foi o da professora de inglês, de 34 anos, morta em sala de aula, em Canoas, no Rio Grande do Sul, no último dia 2 de abril. Os autores do crime, três alunos de 13, 14 e 16 anos, segundo as investigações, tinham envolvimento com grupos violentos na internet, mas nada disso havia sido percebido pela família ou pela escola com antecedência.
Esse tipo de isolamento digital reforça a urgência de que pais e responsáveis estejam verdadeiramente presentes na vida emocional e digital dos filhos. A vigilância não é só física — é também afetiva, psicológica e virtual. Na série nacional “Adolescência”, vemos pais diante do filho que cometeu um crime, sem terem notado qualquer sinal prévio. O enredo retrata com precisão a realidade de muitas famílias: o distanciamento emocional, a negligência inconsciente, o silêncio, a ausência.
Não é apenas uma ficção — é um espelho social. E reforça a urgência de falarmos sobre vínculos familiares, presença afetiva, escuta ativa e responsabilidade conjunta.
NÃO ADIANTA CRIAR LEIS QUE LIMITEM O USO DA INTERNET, A MENINADA VAI DAR UM JEITO. É NECESSARIO CONSCIENTIZAR OS PAIS E AUMENTAR A RESPONSABILIZAÇÃO PELOS ATOS DE SEUS FILHOS. -