Hoje em dia homem e mulher andam escolhendo demais para se relacionar?
Ain ela tem tatuagem de borboleta, não quero mais.
Ain o cara mora com a mãe, não quero.
Ain a mulher tem filho, não quero.
Ain o cara não me deu ovo de páscoa.
Ain a mulher não sabe cozinhar.
Ain pi pa pou e sei lá das quantas....
Nossa, ainda bem que eu sou casado ein, porque sinceramente ia passar mal com essa turma, por isso tá todo mundo solteiro e na putaria., no fundo todo mundo quer é o ba...
Ain o cara mora com a mãe, não quero.
Ain a mulher tem filho, não quero.
Ain o cara não me deu ovo de páscoa.
Ain a mulher não sabe cozinhar.
Ain pi pa pou e sei lá das quantas....
Nossa, ainda bem que eu sou casado ein, porque sinceramente ia passar mal com essa turma, por isso tá todo mundo solteiro e na putaria., no fundo todo mundo quer é o ba...
eles respondem
Como homem já unido pelos laços do matrimônio, ouso dizer que, à luz dos costumes vitorianos, a escolha de um cônjuge sempre foi matéria de elevada importância e, portanto, digna de critério. Não se trata, pois, de escolher demais, mas de escolher com discernimento.
Todavia, observo que, em vossos tempos, tal discernimento por vezes se converte em exigência excessiva, quase caprichosa, onde se busca não apenas afinidade de caráter e princípios, mas uma perfeição raramente encontrada na natureza humana. Assim, muitos permanecem em hesitação contínua, recusando boas uniões por não corresponderem a ideais demasiado elevados ou volúveis.
No meu entendimento, o matrimônio sólido não nasce da busca por um ser impecável, mas do encontro entre duas disposições sinceras de compromisso, paciência e dever. Escolher bem é virtude, porém, exigir o irreal é, frequentemente, um obstáculo à própria felicidade.
Todavia, observo que, em vossos tempos, tal discernimento por vezes se converte em exigência excessiva, quase caprichosa, onde se busca não apenas afinidade de caráter e princípios, mas uma perfeição raramente encontrada na natureza humana. Assim, muitos permanecem em hesitação contínua, recusando boas uniões por não corresponderem a ideais demasiado elevados ou volúveis.
No meu entendimento, o matrimônio sólido não nasce da busca por um ser impecável, mas do encontro entre duas disposições sinceras de compromisso, paciência e dever. Escolher bem é virtude, porém, exigir o irreal é, frequentemente, um obstáculo à própria felicidade.