Isso é ser incoveniente ou é comum nesse caso?
O homem querer saber tanto como você é na intimidade. Já disse que sou conservadora, não contei que sou virgem ainda. Ele quer saber mais. Estou com problema ginecológico, problema gástrico, dores no corpo e minha libido está 0% e ele insiste nesses papos que não estou afim.
Tinha que focar em primeiro saber se já melhorei.
Até agora teve só um encontro.
Tinha que focar em primeiro saber se já melhorei.
Até agora teve só um encontro.
eles respondem
Minha cara, permita-me falar-lhe como um homem casado que muito preza pela honra e pela delicadeza nas relações, tal conduta não deve ser tomada como mero hábito moderno, mas antes como uma clara falta de consideração.
Quando um cavalheiro dirige sua atenção a uma dama, sobretudo após tão breve convivência, espera-se dele recato, paciência e sincero interesse por seu bem-estar. A intimidade não é um terreno a ser invadido por curiosidade insistente, mas sim um jardim que se cultiva com o tempo, o respeito e a confiança mútua.
Ora, a senhora já expressou, com suficiente clareza, sua natureza reservada. Acresce-se a isso o fato de encontrar-se adoentada, o que, por si só, deveria despertar nele não indagações importunas, mas cuidados e gentilezas. Um homem verdadeiramente digno voltaria sua atenção à sua saúde, perguntando por suas melhoras, oferecendo presença serena mas jamais pressionando-a por assuntos que lhe causam desconforto.
Insistir, apesar de seus limites já estabelecidos, não é sinal de natural interesse, mas de indiscrição e, ouso dizer, de certa imaturidade de caráter.
Não, não é algo que deva ser considerado aceitável ou esperado. É, antes, um indício de que ele ainda não compreende, ou não valoriza, os princípios de respeito e reserva que sustentam uma relação digna.
E, em tais circunstâncias, minha cara, mais vale observar com atenção, um homem revela quem é não pelo que deseja saber, mas pelo modo como respeita aquilo que lhe não é dado saber.
Quando um cavalheiro dirige sua atenção a uma dama, sobretudo após tão breve convivência, espera-se dele recato, paciência e sincero interesse por seu bem-estar. A intimidade não é um terreno a ser invadido por curiosidade insistente, mas sim um jardim que se cultiva com o tempo, o respeito e a confiança mútua.
Ora, a senhora já expressou, com suficiente clareza, sua natureza reservada. Acresce-se a isso o fato de encontrar-se adoentada, o que, por si só, deveria despertar nele não indagações importunas, mas cuidados e gentilezas. Um homem verdadeiramente digno voltaria sua atenção à sua saúde, perguntando por suas melhoras, oferecendo presença serena mas jamais pressionando-a por assuntos que lhe causam desconforto.
Insistir, apesar de seus limites já estabelecidos, não é sinal de natural interesse, mas de indiscrição e, ouso dizer, de certa imaturidade de caráter.
Não, não é algo que deva ser considerado aceitável ou esperado. É, antes, um indício de que ele ainda não compreende, ou não valoriza, os princípios de respeito e reserva que sustentam uma relação digna.
E, em tais circunstâncias, minha cara, mais vale observar com atenção, um homem revela quem é não pelo que deseja saber, mas pelo modo como respeita aquilo que lhe não é dado saber.