Por que os ateus riem quando a bíblia diz que nossos corpos foram feitos do "barro" e do "pó da terra"?

Sendo que até faz sentido...
Tipo, a ciência hoje em dia descobriu que os elementos que formam nossos corpos, foram formados nas estrelas antigas, que foram explodindo, se destruindo e formando todas as matérias que existem hoje em dia. Ou seja, de certa forma somos feitos dos farelos, do pó dessas estrelas...
Aí eu pensei, na bíblia Deus fala que somos feitos do barro, do pó da terra. E se isso f...
eles respondem
Exatamente Alastor,

Quem escreveu sobre a origem do mundo, foi Moisés. Um "ex-principe" egípcio, que teve uma criação de um povo que tinha um deus para todos os elementos e seres que existem.

E sua criação foi compartilhada entre a filha de Faraó e Joquebede, sua mãe biológica. Que lhe ensinou sobre o Deus hebraico, que é chamado na Biblia de יהוה(YHWH) ou, Jeová/Javé no nosso idioma.

E numa das visões inspiradas por Deus que ele teve, ele viu o homem surgir apartir do solo da terra, feito do barro. E Deus soprou em suas narinas o fôlego da vida.

Essa foi a forma que Deus usou pra simplificar a complexidade da vida para um homem que tinha noções básicas e limitadas sobre ciência. Ele viveu no Antigo Egito, onde a ciência daquele povo, chegou a conclusão que Faraó era a personificação de um deus. Entende?

Nós somos formados por átomos, que compõem tudo oque existe, incluindo o solo, em nosso corpo, é presente magnésio, enxofre e outros materiais encontrados na terra. O sopro nas narinas é o fôlego, a vida.

O que causa vida, é um enigma ate mesmo pra ciencia, os cientistas costumam chamar de energia. Sem ela, seríamos corpos sem vida! Se a ciência conseguisse desenvolver o fator: vida, conseguiríamos domar a morte.

Pois a morte, é a ausência da vida. A filosofia critica isso, pois dizem que um indivíduo que vive apenas por aparelhos, não tem vida. Eu discordo! Mas quem sou eu pra discordar...

Acontece que a ciencia viu que seria incapaz de criar o fator vida, e estão apostando na vida artificial. O que pra mim, é fascinante... mas desnecessário.