Ela ficou desconfortável ou é paranóia minha?
Saí com um casal essa semana, ela disse que queria fazer um A3 e eu aceitei. Mas chegando na hora ele não quis ficar cmg, fiquei super chateada mas continuei (meu interesse era nela) aí ela s3ntou no namorado dela, depois trocamos e na minha vez ele g0zou. Depois disso percebi q ela ficou com cara de cool eu perguntei oq era e ela disse q tava de boa. Não olhava mais na minha cara.. ficou um clima...
elas respondem
1M
Efeito rebote !
Muitas vezes queremos a exposição a algo, mas não necessariamente queremos a execução. Isso é muito comum na dinâmica do desejo humano.
O que pode ser uma interpretação: No fundo ela não queria que a exposição do desejo se concretizasse pela hipótese de se ver, escanteada ou de talvez permanecer presa em uma dinâmica assim (o outro buscando outros desejos, fora do âmago de controle dela )
Não e nada com você. Isso ocorre em inúmeras esferas da vida (quem nunca amava um curso na faculdade e no meio do caminho não deixou de se identificar com a visão profissional de alguma professora ou matéria ou estágio)
Somos seres imaginativos. Desejamos o inalcançável, mas perto de conseguir quase sempre, elementos de culpa (e sensação de desmaterialidade - de se desconstituir narcisicamente- quebrar de não ser a única- de não conseguir viver nada parecido, etc) nos prendem (para retornar ao ponto de distância e poder desejar mais, sem os avanços da realização. Nos tornamos mais "seguros" quanto ao resultado, podendo usar a experiência como túmulo, fantasma (perseguir o outro, com o dia em que ele não percebeu o desconforto dela...; e até mesmo uma zona de "liberdade")
Muitas vezes queremos a exposição a algo, mas não necessariamente queremos a execução. Isso é muito comum na dinâmica do desejo humano.
O que pode ser uma interpretação: No fundo ela não queria que a exposição do desejo se concretizasse pela hipótese de se ver, escanteada ou de talvez permanecer presa em uma dinâmica assim (o outro buscando outros desejos, fora do âmago de controle dela )
Não e nada com você. Isso ocorre em inúmeras esferas da vida (quem nunca amava um curso na faculdade e no meio do caminho não deixou de se identificar com a visão profissional de alguma professora ou matéria ou estágio)
Somos seres imaginativos. Desejamos o inalcançável, mas perto de conseguir quase sempre, elementos de culpa (e sensação de desmaterialidade - de se desconstituir narcisicamente- quebrar de não ser a única- de não conseguir viver nada parecido, etc) nos prendem (para retornar ao ponto de distância e poder desejar mais, sem os avanços da realização. Nos tornamos mais "seguros" quanto ao resultado, podendo usar a experiência como túmulo, fantasma (perseguir o outro, com o dia em que ele não percebeu o desconforto dela...; e até mesmo uma zona de "liberdade")