Por que mulher gosta tanto de namorar bandido?
anônimo
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eles respondem
o "bom moço" foi domesticado pela sociedade civilizada. Ele é previsível, segue as regras, pede licença para existir e busca desesperadamente agradar. Ele exala a moral dos submissos.
O "bandido", por pior que sejam suas ações morais, projeta uma imagem de indomabilidade. Ele rasga o contrato social, desafia a autoridade e cria suas próprias leis. Para o instinto feminino mais arcaico, essa recusa em ser domesticado é lida como força, como um excesso de energia vital e vitalidade em sua forma mais bruta e perigosa.
A civilização transformou a vida em um grande condomínio fechado, tedioso e seguro. Mas o coração humano não foi feito para o tédio. O perigo atrai porque faz o indivíduo se sentir vivo. Estar ao lado de alguém que caminha à beira do abismo traz uma descarga de realidade que o homem comum, com sua rotina de escritório e suas pequenas preocupações, jamais conseguirá oferecer. É a preferência pelo trágico e pelo intenso em vez do seguro e anestesiado.
Há também uma vaidade psicológica sutil, o desejo de domesticar o indomável. Muitas mulheres caem na armadilha arquetípica de acreditar que seu amor será a força mística capaz de regenerar o guerreiro rebelde
O "bandido", por pior que sejam suas ações morais, projeta uma imagem de indomabilidade. Ele rasga o contrato social, desafia a autoridade e cria suas próprias leis. Para o instinto feminino mais arcaico, essa recusa em ser domesticado é lida como força, como um excesso de energia vital e vitalidade em sua forma mais bruta e perigosa.
A civilização transformou a vida em um grande condomínio fechado, tedioso e seguro. Mas o coração humano não foi feito para o tédio. O perigo atrai porque faz o indivíduo se sentir vivo. Estar ao lado de alguém que caminha à beira do abismo traz uma descarga de realidade que o homem comum, com sua rotina de escritório e suas pequenas preocupações, jamais conseguirá oferecer. É a preferência pelo trágico e pelo intenso em vez do seguro e anestesiado.
Há também uma vaidade psicológica sutil, o desejo de domesticar o indomável. Muitas mulheres caem na armadilha arquetípica de acreditar que seu amor será a força mística capaz de regenerar o guerreiro rebelde