Vocês acreditam em tarot?
eu joguei ontem e disse sobre um garoto q saio q ele iria tomar uma medida rapida de aproximação e acabar com a distancia(somos de cidades diferentes mas n falei isso pra tarologa, só dei o nome) e hoje de manha ele simplesmente me perguntou pela primeira vez sobre a questaão da distância. Ele sugeriu mais pra frente morar juntos e perguntou oq eu achava melhor: ele vir pra cá ou eu ir pra lá(ou u...
eles respondem
anônimo
3M
Depende do que você quer dizer por acreditar em tarot.
O tarot enquanto entidade existe no mundo físico. Há vários exemplares disponíveis para compra ou confecção. Nessa medida, de que ele existe, acredito no tarot.
Outra medida possível para o acreditar diz respeito ao tarot como meio para expressão das impressões, convicções e dos sentimentos de quem tira as cartas, o tarólogo. É dizer, acreditar no significado que o tarólogo atribui a cada carta. Nesse caso, acreditar depende de quem é o tarólogo, do seu grau de inteligência emocional, do que ele experienciou ao longo da vida, do quanto ele sabe sobre a pessoa para quem ele tira cartas, e do quanto ele é sensível ao que está acontecendo. Nessa medida, acreditar no tarot depende de acreditar no tarólogo, e acreditar no tarólogo não é tanto mais sobre acreditar no tarot quanto acreditar nas coisas que subsidiam (isto é, nas coisas que justificam, fundamentam, embasam) as afirmações do tarólogo.
Uma outra medida, ainda mais além, sob a qual podemos avaliar o acreditar é nos termos de um fenômeno sobrenatural, seja do tarot enquanto preditor de um fenômeno dispensando conhecimento de quaisquer elementos causais (quando, sem possuir qualquer informação acerca da pessoa para quem são tiradas cartas, ele produz uma previsão), seja do tarot enquanto causa de um fenômeno qualquer (quando pela profecia o tarólogo produz um efeito desejado que ele então anuncia). Nessa medida, penso que o acreditar é ilógico, pois, ainda que eventos posteriores confirmem as afirmações do tarólogo, não é possível estabelecer sua relação de causa e efeito.
O tarot enquanto entidade existe no mundo físico. Há vários exemplares disponíveis para compra ou confecção. Nessa medida, de que ele existe, acredito no tarot.
Outra medida possível para o acreditar diz respeito ao tarot como meio para expressão das impressões, convicções e dos sentimentos de quem tira as cartas, o tarólogo. É dizer, acreditar no significado que o tarólogo atribui a cada carta. Nesse caso, acreditar depende de quem é o tarólogo, do seu grau de inteligência emocional, do que ele experienciou ao longo da vida, do quanto ele sabe sobre a pessoa para quem ele tira cartas, e do quanto ele é sensível ao que está acontecendo. Nessa medida, acreditar no tarot depende de acreditar no tarólogo, e acreditar no tarólogo não é tanto mais sobre acreditar no tarot quanto acreditar nas coisas que subsidiam (isto é, nas coisas que justificam, fundamentam, embasam) as afirmações do tarólogo.
Uma outra medida, ainda mais além, sob a qual podemos avaliar o acreditar é nos termos de um fenômeno sobrenatural, seja do tarot enquanto preditor de um fenômeno dispensando conhecimento de quaisquer elementos causais (quando, sem possuir qualquer informação acerca da pessoa para quem são tiradas cartas, ele produz uma previsão), seja do tarot enquanto causa de um fenômeno qualquer (quando pela profecia o tarólogo produz um efeito desejado que ele então anuncia). Nessa medida, penso que o acreditar é ilógico, pois, ainda que eventos posteriores confirmem as afirmações do tarólogo, não é possível estabelecer sua relação de causa e efeito.