Ser CLT não compensa, ou você acha que sim? Estou começando a pensar que NÃO!
anônimo
Pessoal, quem me acompanha aqui, sabe que nos ultimos meses, estando desempregado, tenho investido meu tempo na busca por emprego pra ter uma certa estabilidade. Mas não fiquei de braços cruzados, e acabei investindo tempo em alguns canais do youtube, atualmente tenho:
1 - Canal de Shorts de Curiosidades(2 meses)
15.787 inscritos e 11.156.178 milhões de visualizações
Me gerou receita de 2...
1 - Canal de Shorts de Curiosidades(2 meses)
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eles respondem
2h
Até 20 anos atrás havia uma espécie de fantasia coletiva a respeito da CLT e do INSS.
Com a mini-reforma previdenciária da Dilma em 2014 (que instituiu o regime de "pontos", somando o tempo de contribuição com a idade) e principalmente depois da grande reforma tributária de Jair Bolsonaro em 2021, tudo mudou.
Até lá pelo começo da década de 2010 havia uma pretensão coletiva, com enredo mais ou menos assim: "Tudo bem, eu vou trabalhar como empregado por 35 anos, bater ponto, pagar pau pra chefe, ralar pra cacete, etc., mas aí eu vou me aposentar com 55 anos, ou seja, relativamente jovem, com um benefício quase igual ao que eu recebia enquanto trabalhava. Aí eu vou curtir".
Essa pretensão acabou.
Agora, o enredo é outro: "trabalhando ou não, contribuindo ou não, eu só vou me aposentar com 65 anos e vou receber um benefício equivalente a um salário mínimo. Então, foda-se".
É um raciocínio estritamente racional.
Com a mini-reforma previdenciária da Dilma em 2014 (que instituiu o regime de "pontos", somando o tempo de contribuição com a idade) e principalmente depois da grande reforma tributária de Jair Bolsonaro em 2021, tudo mudou.
Até lá pelo começo da década de 2010 havia uma pretensão coletiva, com enredo mais ou menos assim: "Tudo bem, eu vou trabalhar como empregado por 35 anos, bater ponto, pagar pau pra chefe, ralar pra cacete, etc., mas aí eu vou me aposentar com 55 anos, ou seja, relativamente jovem, com um benefício quase igual ao que eu recebia enquanto trabalhava. Aí eu vou curtir".
Essa pretensão acabou.
Agora, o enredo é outro: "trabalhando ou não, contribuindo ou não, eu só vou me aposentar com 65 anos e vou receber um benefício equivalente a um salário mínimo. Então, foda-se".
É um raciocínio estritamente racional.