Eu sinto dizer, mas vocês jamais terão a alegria de ver o Flávio Bolsonaro como presidente, sabem por quê?
anônima
Porque não terão de novo a oportunidade de verem um Presidente da República falando sobre cura gay e disseminando o ódio contra eles.
Não terão a oportunidade de ver de novo um Presidente da República negando uma Vacina enquanto milhares de pessoas morriam.
Não terão a oportunidade de ter um Presidente da República que arquiteta golpe de Estado e faz reunião com presidente de outro país contra a n...
Não terão a oportunidade de ver de novo um Presidente da República negando uma Vacina enquanto milhares de pessoas morriam.
Não terão a oportunidade de ter um Presidente da República que arquiteta golpe de Estado e faz reunião com presidente de outro país contra a n...
eles respondem
anônimo
1h
Sobre "falar de cura gay e disseminar ódio":
Durante o seu mandato como Presidente da República, não houve qualquer discurso oficial de Jair Bolsonaro, projeto de lei de autoria do Executivo ou política pública promovendo a chamada "cura gay" (terapias de reversão sexual). Embora o ex-presidente tenha um amplo histórico de declarações polêmicas e oposição explícita a pautas LGBTQIA+ (que ele e seus apoiadores chamam de "ideologia de gênero"), a acusação de "disseminar ódio" entra no campo da interpretação de seus discursos. Seus defensores argumentam que a postura do governo era baseada na defesa de valores morais e religiosos, e não na formulação de políticas de ódio contra grupos específicos.
Sobre "negar uma vacina enquanto milhares de pessoas morriam":
A afirmação de que a vacina foi "negada" institucionalmente é imprecisa. O governo federal, por meio do Ministério da Saúde, adquiriu, financiou e distribuiu centenas de milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 (como Coronavac, Pfizer, AstraZeneca e Janssen), o que viabilizou a vacinação em massa no Brasil. A narrativa de "negação" surge do comportamento pessoal e político do ex-presidente, que frequentemente colocou em dúvida a eficácia dos imunizantes, declarou que não se vacinaria e atrasou as negociações iniciais com laboratórios como a Pfizer em 2020. Contudo, o acesso da população às vacinas pelo SUS não foi bloqueado ou negado pelo Estado.
Sobre "reunião com presidente de outro país contra a nossa soberania":
Este é um erro factual. O evento que gerou amplas críticas e repercussões legais em julho de 2022 não ocorreu com "o presidente de outro país", mas sim com embaixadores estrangeiros residentes no Brasil. O encontro foi convocado no Palácio da Alvorada, onde o então presidente fez alegações sem provas sobre a segurança do sistema eleitoral brasileiro.
Durante o seu mandato como Presidente da República, não houve qualquer discurso oficial de Jair Bolsonaro, projeto de lei de autoria do Executivo ou política pública promovendo a chamada "cura gay" (terapias de reversão sexual). Embora o ex-presidente tenha um amplo histórico de declarações polêmicas e oposição explícita a pautas LGBTQIA+ (que ele e seus apoiadores chamam de "ideologia de gênero"), a acusação de "disseminar ódio" entra no campo da interpretação de seus discursos. Seus defensores argumentam que a postura do governo era baseada na defesa de valores morais e religiosos, e não na formulação de políticas de ódio contra grupos específicos.
Sobre "negar uma vacina enquanto milhares de pessoas morriam":
A afirmação de que a vacina foi "negada" institucionalmente é imprecisa. O governo federal, por meio do Ministério da Saúde, adquiriu, financiou e distribuiu centenas de milhões de doses de vacinas contra a Covid-19 (como Coronavac, Pfizer, AstraZeneca e Janssen), o que viabilizou a vacinação em massa no Brasil. A narrativa de "negação" surge do comportamento pessoal e político do ex-presidente, que frequentemente colocou em dúvida a eficácia dos imunizantes, declarou que não se vacinaria e atrasou as negociações iniciais com laboratórios como a Pfizer em 2020. Contudo, o acesso da população às vacinas pelo SUS não foi bloqueado ou negado pelo Estado.
Sobre "reunião com presidente de outro país contra a nossa soberania":
Este é um erro factual. O evento que gerou amplas críticas e repercussões legais em julho de 2022 não ocorreu com "o presidente de outro país", mas sim com embaixadores estrangeiros residentes no Brasil. O encontro foi convocado no Palácio da Alvorada, onde o então presidente fez alegações sem provas sobre a segurança do sistema eleitoral brasileiro.