De qual dessas igrejas evangélicas você seria?
1- Igreja assembleia de Deus
2- igreja presbiteriana do Brasil ou presbiteriana renovada
3- Igreja batista
4- igreja do evangelho quadrangular
5- igreja congregação Cristã no Brasil
6- igreja pentecostal Deus é amor
7- Igreja adventista do sétimo dia.
E explique o por que da escolha, por favor!
2- igreja presbiteriana do Brasil ou presbiteriana renovada
3- Igreja batista
4- igreja do evangelho quadrangular
5- igreja congregação Cristã no Brasil
6- igreja pentecostal Deus é amor
7- Igreja adventista do sétimo dia.
E explique o por que da escolha, por favor!
eles respondem
1M
1. Não. 99,9% delas só têm normie — apesar de o protestante mais inteligente que conheço ser de uma. Vai entender!
2. Não. Conheço pessoalmente um pastor famoso, o senhor Augustus Nicodemus, e apesar de ter Supremos Concílios — o último que vi aconteceu lá para as bandas da Amazônia — é o segundo segmento menos uniforme que conheço. Ademais, presbiterianismo tem uma história bem acovardada, e nos EUA casam homossexuais e outras bizarrices progressistas.
3. Não. Esta, sim, a menos uniforme delas. Já fui a uma batista da parede preta, luzes estroboscópicas e fumaça. Foi uma experiência antropológica muito legal.
4. Não. Totalmente sem sal. Na boa. Dá depressão.
5. Não. Fui a uma, uma vez, com um amigo, e observamos que existia ali número acima da média em relação a donzelas viáveis para casamento. Gosto do hinário (esteticamente satisfatório). Gosto das mulheres usando véu — não é tão legal como na Igreja Católica, em que as casadas usam cor preta — e gosto também do vestuário dos rapazes. Em todo caso, a minha impressão foi de um cult cívico-espiritual, menos requintado que os mórmons. As pessoas são pobres, mas senti bastante dignidade moral nelas — e um potencial para ser ainda muito maior. Achei legal, mas a atmosfera artificial, de cult mesmo, sem propósito ou função civilizacional, é opressiva demais para quem procura um sentido existencial sólido. O fundador da Congregação Cristã tachou a brasileira de seita.
6. Não. Na boa, aquela parada de exorcizar o Capeta e o curanderismo são ridículos, mas eu acho massa a parte de proibir ver TV, cortar cabelo etc. Tal como a batista da parede preta, é uma outra experiência antropológica muito divertida.
7. Não. Eu tenho um desgosto pessoal com esta. Na faculdade, eu conheci uma menina — doutro curso — bem bonita. Era uma princesinha. Ela não iaa atividades noturnas na sexta, observando preceito. Fiquei interessado, pensando que era uma mocinha recatada... não era. Fazia ménage com uma amiga e um colega.
2. Não. Conheço pessoalmente um pastor famoso, o senhor Augustus Nicodemus, e apesar de ter Supremos Concílios — o último que vi aconteceu lá para as bandas da Amazônia — é o segundo segmento menos uniforme que conheço. Ademais, presbiterianismo tem uma história bem acovardada, e nos EUA casam homossexuais e outras bizarrices progressistas.
3. Não. Esta, sim, a menos uniforme delas. Já fui a uma batista da parede preta, luzes estroboscópicas e fumaça. Foi uma experiência antropológica muito legal.
4. Não. Totalmente sem sal. Na boa. Dá depressão.
5. Não. Fui a uma, uma vez, com um amigo, e observamos que existia ali número acima da média em relação a donzelas viáveis para casamento. Gosto do hinário (esteticamente satisfatório). Gosto das mulheres usando véu — não é tão legal como na Igreja Católica, em que as casadas usam cor preta — e gosto também do vestuário dos rapazes. Em todo caso, a minha impressão foi de um cult cívico-espiritual, menos requintado que os mórmons. As pessoas são pobres, mas senti bastante dignidade moral nelas — e um potencial para ser ainda muito maior. Achei legal, mas a atmosfera artificial, de cult mesmo, sem propósito ou função civilizacional, é opressiva demais para quem procura um sentido existencial sólido. O fundador da Congregação Cristã tachou a brasileira de seita.
6. Não. Na boa, aquela parada de exorcizar o Capeta e o curanderismo são ridículos, mas eu acho massa a parte de proibir ver TV, cortar cabelo etc. Tal como a batista da parede preta, é uma outra experiência antropológica muito divertida.
7. Não. Eu tenho um desgosto pessoal com esta. Na faculdade, eu conheci uma menina — doutro curso — bem bonita. Era uma princesinha. Ela não iaa atividades noturnas na sexta, observando preceito. Fiquei interessado, pensando que era uma mocinha recatada... não era. Fazia ménage com uma amiga e um colega.