Cargos públicos são os melhores empregos
anônimo
Uma empresa privada geralmente é dirigia pelo o CEO e Fundador. Neste ambiente você será cobrado incessantemente e será mandado embora caso não seja produtivo.
Do outro lado, temos o setor público, dirigido por políticos que são mandados embora a cada 4 anos e para você ser despedido, tem que cometer uma grave infração.
Eu diria que no setor público, os funcionários são quem mandam!
Do outro lado, temos o setor público, dirigido por políticos que são mandados embora a cada 4 anos e para você ser despedido, tem que cometer uma grave infração.
Eu diria que no setor público, os funcionários são quem mandam!
eles respondem
Depende muito.
Tem vários pontos negativos em relação a dinâmica do mercado de trabalho brasileiro.
O setor privado brasileiro é muito sufocado e ao mesmo tempo pouco regulado, tanto pela falta de infraestrutura (culpa tanto do setor público e privado que não se importam) do país, quanto pela falta de participação ativa do estado. Isso cria instabilidade e pouco dinheiro no caixa das empresas para competir, pagar mais, e manter os funcionários.
Nos EUA é comum que o estado aja no setor privado indiretamente, no Brasil isso ainda é tabu. Embora lá não exista concursos públicos que garantem mamata até morrer como acontece aqui, os sindicatos são fortes, atuando tanto na área pública quanto privada, criando um ambiente mais igual e estável. Ser mandado embora lá também não é tão simples quanto parece, os sindicatos são poderosos.
Veja, a participação do estado seria no sentido de fornecer a estrutura e as ferramentas adequadas para um ambiente de negócios saudável e competitivo no país. Ao contrário disso, o Brasil não fornecesse as ferramentas, sobretudo ao setor privado, e ainda esfola, tanto o pequeno empreendedor quanto o trabalhador, de formas variadas.
Dito isso, o setor público, por ter participação direta e maior regulação do estado, terá maiores salários e mais estabilidade, já que para manter esses empregos (públicos), basta o estado tirar da população via tributação, sem necessariamente que a empresa ou o funcionário sejam produtivos.
Eu não duvido que no setor público não haja cobranças também, mas por não dependerem 100% do lucro para sobreviverem, logicamente que a produtividade não precisa ser o principal objetivo, já que basta retirar dinheiro do povo para pagar a operação.
Em tese, uma empresa privada, diferente da pública, não retira dinheiro da população para manter a sua operação, por isso, se não houver lucro viável e sustentável, não tem como manter a operação em funcionamento.
Por isso empregos públicos são melhores nesse sentido.
Tem vários pontos negativos em relação a dinâmica do mercado de trabalho brasileiro.
O setor privado brasileiro é muito sufocado e ao mesmo tempo pouco regulado, tanto pela falta de infraestrutura (culpa tanto do setor público e privado que não se importam) do país, quanto pela falta de participação ativa do estado. Isso cria instabilidade e pouco dinheiro no caixa das empresas para competir, pagar mais, e manter os funcionários.
Nos EUA é comum que o estado aja no setor privado indiretamente, no Brasil isso ainda é tabu. Embora lá não exista concursos públicos que garantem mamata até morrer como acontece aqui, os sindicatos são fortes, atuando tanto na área pública quanto privada, criando um ambiente mais igual e estável. Ser mandado embora lá também não é tão simples quanto parece, os sindicatos são poderosos.
Veja, a participação do estado seria no sentido de fornecer a estrutura e as ferramentas adequadas para um ambiente de negócios saudável e competitivo no país. Ao contrário disso, o Brasil não fornecesse as ferramentas, sobretudo ao setor privado, e ainda esfola, tanto o pequeno empreendedor quanto o trabalhador, de formas variadas.
Dito isso, o setor público, por ter participação direta e maior regulação do estado, terá maiores salários e mais estabilidade, já que para manter esses empregos (públicos), basta o estado tirar da população via tributação, sem necessariamente que a empresa ou o funcionário sejam produtivos.
Eu não duvido que no setor público não haja cobranças também, mas por não dependerem 100% do lucro para sobreviverem, logicamente que a produtividade não precisa ser o principal objetivo, já que basta retirar dinheiro do povo para pagar a operação.
Em tese, uma empresa privada, diferente da pública, não retira dinheiro da população para manter a sua operação, por isso, se não houver lucro viável e sustentável, não tem como manter a operação em funcionamento.
Por isso empregos públicos são melhores nesse sentido.