Existem 3 escolas econômicas, com qual você concorda?
1. Escola de Frankfurt (Estado forte, socialismo ou comunismo)
Espanha, China, Brasil, Cuba, Vietnã, Coreia do Norte, Laos, Venezuela, Bolívia, Nicarágua, Zimbábue, Nepal, Turquia e África do Sul
2. Escola de Chicago (Estado misto, liberalismo e/ou livre mercado)
Estados Unidos, Japão, Coreia do Sul, Reino Unido, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, Chile, Estônia, Irlanda, Israel e Singapura
3....
Espanha, China, Brasil, Cuba, Vietnã, Coreia do Norte, Laos, Venezuela, Bolívia, Nicarágua, Zimbábue, Nepal, Turquia e África do Sul
2. Escola de Chicago (Estado misto, liberalismo e/ou livre mercado)
Estados Unidos, Japão, Coreia do Sul, Reino Unido, Canadá, Austrália, Nova Zelândia, Chile, Estônia, Irlanda, Israel e Singapura
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eles respondem
Em geral eu prefiro a escola de Chicago, mas gosto de alguns conceitos da escola Austríaca.
Principalmente em relação a política monetária de um país, concordo mais com a escola Austríaca nesse aspecto.
O problema de países como a Suécia é que embora eles adotem políticas liberais em seu modelo econômico, é um país interventor de diversos modos. Não é um país bom para os negócios para quem está começando, mas é bom para empresas grandes que já estão estabilizadas naquele mercado.
Além disso, são países que cobram impostos muito altos de seu povo, dificultando o giro da economia. Ou seja, eles tem a economia já "feita", é difícil existir mudanças como acontece nos EUA ou na China, por exemplo.
Principalmente em relação a política monetária de um país, concordo mais com a escola Austríaca nesse aspecto.
O problema de países como a Suécia é que embora eles adotem políticas liberais em seu modelo econômico, é um país interventor de diversos modos. Não é um país bom para os negócios para quem está começando, mas é bom para empresas grandes que já estão estabilizadas naquele mercado.
Além disso, são países que cobram impostos muito altos de seu povo, dificultando o giro da economia. Ou seja, eles tem a economia já "feita", é difícil existir mudanças como acontece nos EUA ou na China, por exemplo.