Mas que diacho de idioma é esse?

"JAGUADARTE
(Augusto de Campos)

Era briluz. As lesmolisas touvas
roldavam e reviam nos gramilvos.
Estavam mimsicais as pintalouvas,
E os momirratos davam grilvos.

'Foge do Jaguadarte, o que não morre!
Garra que agarra, bocarra que urra!
Foge da ave Fefel, meu filho, e corre
Do frumioso Babassura!'

Ele arrancou sua espada vorpal
e foi atras do inimigo do Homundo.
Na árvore Tamtam ele afinal
Paro...
eles respondem
Pode-se dizer que é um português absurdo, a ideia desse poema é não fazer muito sentido.