Você sabia que praticamente não existem moradores de rua na Finlândia graças a política de "Moradia Primeiro"?
A Finlândia adotou uma política de "Moradia Primeiro", que oferece às pessoas em situação de rua uma moradia permanente e independente, em vez de acomodações temporárias. Essa estratégia tem sido bem-sucedida em reduzir a pobreza e a exclusão social entre os sem-teto.
O sucesso é tanto o país chegou a zerar a quantidade de pessoas de rua em alguns momentos, e atualmente a quantidade só vem diminu...
O sucesso é tanto o país chegou a zerar a quantidade de pessoas de rua em alguns momentos, e atualmente a quantidade só vem diminu...
eles respondem
3a
Lá é o contrário daqui na mentalidade. Brasileiro adora a máxima "Brasil é rico, o ruim é o brasileiro".
Finlândia de riqueza natural tem praticamente nada e importa quase tudo, acho que só madeira e um ou outro minério que exportam. Então a riqueza deles é o próprio povo. Educação, saúde e segurança universal. Criminalidade não compensa porque não há muita desigualdadade e falta de oportunidade, rapidamente um fudido se reerguer na vida.
Também pesa o fato de ter apenas 5milhões de habitantes e ser relativamente pequeno. Não demanda mega estruturas para integrar o país.
Aqui o próprio povo cai na conversa de assistencialismo ser ruim, coisa de vagabundo. Desconsiderando a vasta literatura comprovando os benefícios socioeconômicos de um bolsa família, por exemplo.
Falta mais esse senso de coletividade.
Esses dias vi um podcast bem legal com o Kiko Loureiro, tá casado com uma finlandesa e vivendo por lá. Legal a visão dele:
Finlândia de riqueza natural tem praticamente nada e importa quase tudo, acho que só madeira e um ou outro minério que exportam. Então a riqueza deles é o próprio povo. Educação, saúde e segurança universal. Criminalidade não compensa porque não há muita desigualdadade e falta de oportunidade, rapidamente um fudido se reerguer na vida.
Também pesa o fato de ter apenas 5milhões de habitantes e ser relativamente pequeno. Não demanda mega estruturas para integrar o país.
Aqui o próprio povo cai na conversa de assistencialismo ser ruim, coisa de vagabundo. Desconsiderando a vasta literatura comprovando os benefícios socioeconômicos de um bolsa família, por exemplo.
Falta mais esse senso de coletividade.
Esses dias vi um podcast bem legal com o Kiko Loureiro, tá casado com uma finlandesa e vivendo por lá. Legal a visão dele: