Você já saiu com garota de programa? (Eu já!!)... Pq ainda há tanto preconceito com a prática?
Primeiro: Não aconselho a fazer isso rotineiramente, o melhor é realmente vc sair com mulheres "comuns" e só usar "esta carta" como um aperitivo, ter algo diferente, algum fetiche de momento etc. pois só é interessante (ou pelo menos é muito mais) quando vc faz isso por opção e não por necessidade!
Segundo: Se vc não tem dinheiro "sobrando" é melhor buscar se estabilizar primeiro. Não tire dinhei...
Segundo: Se vc não tem dinheiro "sobrando" é melhor buscar se estabilizar primeiro. Não tire dinhei...
eles respondem
anônimo
2a
Um homem sair com uma garota de programa é um evento social bem mais complexo que parece, filho.
Não vou me alongar, mas o mais liberal, "mente aberta", "progressista" dos indivíduos vira um padre jesuíta imediatamente quando o assunto é garota de programa. O sujeito defende a liberdade sexual irrestrita, o sexo casual, MÃS quando o assunto é prostituta aí não, aí o cara veste a batina e o pseudomoralismo entra em cena. As críticas pesadas não são ponderadas, elas sobram.
Mas, por que isso? É bem simples: a garota de programa retira um elemento matriz da equação das mulheres, isto é, a capacidade de controle dos machos. Se um macho não vai se submeter ao jogo da sedução e simplesmente usa do dinheiro para conseguir sexo rápido e fácil, isso gera um desequilíbrio na equação. Enquanto alguns homens gastam horas, dinheiro, esforço para ficar bonito, rico e bom de lábia para conseguir no máximo um sexo meia boca com alguma fulana, o contratante de GP paga 200tão, come, goza, vai embora.
Óbvio, este fenômeno é fruto de um disturbio social contemporâneo, é só um agente infeccioso em meio a um câncer maior. Não é o remédio. A prostituição é sintoma de uma doença maior que busca superar outra doença na sociedade. O erro de quem contrata GP é pensar que corre fora da pista da enfermidade social, não, ele faz parte da corrida, e está ganhando.
Não vou me alongar, mas o mais liberal, "mente aberta", "progressista" dos indivíduos vira um padre jesuíta imediatamente quando o assunto é garota de programa. O sujeito defende a liberdade sexual irrestrita, o sexo casual, MÃS quando o assunto é prostituta aí não, aí o cara veste a batina e o pseudomoralismo entra em cena. As críticas pesadas não são ponderadas, elas sobram.
Mas, por que isso? É bem simples: a garota de programa retira um elemento matriz da equação das mulheres, isto é, a capacidade de controle dos machos. Se um macho não vai se submeter ao jogo da sedução e simplesmente usa do dinheiro para conseguir sexo rápido e fácil, isso gera um desequilíbrio na equação. Enquanto alguns homens gastam horas, dinheiro, esforço para ficar bonito, rico e bom de lábia para conseguir no máximo um sexo meia boca com alguma fulana, o contratante de GP paga 200tão, come, goza, vai embora.
Óbvio, este fenômeno é fruto de um disturbio social contemporâneo, é só um agente infeccioso em meio a um câncer maior. Não é o remédio. A prostituição é sintoma de uma doença maior que busca superar outra doença na sociedade. O erro de quem contrata GP é pensar que corre fora da pista da enfermidade social, não, ele faz parte da corrida, e está ganhando.