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eles perguntam
30 respostas
15
15
elas respondem
15
Se for bem escrito gosto.
anônima
5a
Lia bastante antes
anônima
5a
Na adolescência eu lia, achando que eu era vida louca, eu gostava pq alimentava a minha imaginação, hoje não.
5a
Não curto n
anônima
5a
Fanfics, sim..
anônima
5a
Não acho interessante.
5a
Não.
5a
Já li bastante, mas falta qualidade além da maioria conter erros de ortografia e concordância que dão náuseas.
5a
Sim, se não tiver doença escrita nele como estupro de adolescente e criança
Se for normal, eu gosto bastante
Se for normal, eu gosto bastante
5a
Não, já passei dessa fase
5a
Não vejo graça.
anônima
5a
Acho bem sem graça.
Já li, mas não é algo muito interessante, prefiro a minha imaginação mesmo...
anônima
5a
Não vejo graça.
anônima
5a
É meio sem graça, prefiro um livro erótico.
eles respondem
15
anônimo
5a
Não, prefiro a garota falando safadezas.
Conto erotico só foi criado por esposas que querem trair/homens e mulheres que curtem incesto.
Tanto é que os mais famosos é casada dando o cu para negão e menininho comendo a tia.
Conto erotico só foi criado por esposas que querem trair/homens e mulheres que curtem incesto.
Tanto é que os mais famosos é casada dando o cu para negão e menininho comendo a tia.
anônimo
5a
Sim e sou escritor de contos eróticos
anônimo
5a
Gosto desse:
O Pedro encaixava-se perfeitamente naquele esteriótipo de rapaz magricelas e borbulhento. Nos jogos de futebol era sempre o último a ser escolhido e enviado imediatamente para a baliza. Por mais que tentasse não se conseguia misturar entre os seus pares. Nesse dia o Pedro chegou a casa sentindo-se um monstro. Pegou no seu primeiro cigarro e colocou-o na boca, olhou para o espelho. De repente teve vontade de rasgar a face e escolher uma “normal”. Como se sentia idiota e parvo. Olhou para o telemóvel: Zero mensagens, no mail: Zero. Ninguém queria saber dele, ninguém se lembrava sequer da sua existência. Atirou-se para cima da cama, e olhou para o “Admirável Mundo Novo” de Huxley que andava a ler. Lembrou-se da frase que tinha lido na véspera “as pessoas diferentes estão condenadas à solidão”. Sim, ele era diferente, anormal. Uma dor insuportável começou a crescer dentro do seu peito e era tão agonizante que quase o sufocava. A única coisa de positivo que tinha na sua vida eram as notas escolares. Mas de que serviam elas quando se está sozinho no mundo? Como gostava de ter um amigo, um , não pedia mais... Percorreu a lista telefónica do telemóvel. Nenhum nome para quem pudesse ligar. E a dor ia crescendo.... teve que se levantar e andar de um lado para outro, parecia que ia rebentar, o corpo começou a tremer... “dói tanto, eu já não suporto mais viver, não consigo...”. Rompeu num pranto e enfiou-se debaixo da cama enrolado num cobertor. Sentiu frio, muito frio... e silêncio. Não estava ninguém em casa. O pai voltou para o escritório depois de o deixar em casa. Tentou falar-lhe mas o pai durante todo o caminho veio a falar ao telemóvel com clientes. Depois foi tudo muito rápido, em menos de um minuto foi a correr buscar todos os antidepressivos e calmantes da mãe e tomou-os, não sem antes deixar um bilhete:“Pais amo-vos do fundo do coração. Desculpem. Pedro.”
O Pedro encaixava-se perfeitamente naquele esteriótipo de rapaz magricelas e borbulhento. Nos jogos de futebol era sempre o último a ser escolhido e enviado imediatamente para a baliza. Por mais que tentasse não se conseguia misturar entre os seus pares. Nesse dia o Pedro chegou a casa sentindo-se um monstro. Pegou no seu primeiro cigarro e colocou-o na boca, olhou para o espelho. De repente teve vontade de rasgar a face e escolher uma “normal”. Como se sentia idiota e parvo. Olhou para o telemóvel: Zero mensagens, no mail: Zero. Ninguém queria saber dele, ninguém se lembrava sequer da sua existência. Atirou-se para cima da cama, e olhou para o “Admirável Mundo Novo” de Huxley que andava a ler. Lembrou-se da frase que tinha lido na véspera “as pessoas diferentes estão condenadas à solidão”. Sim, ele era diferente, anormal. Uma dor insuportável começou a crescer dentro do seu peito e era tão agonizante que quase o sufocava. A única coisa de positivo que tinha na sua vida eram as notas escolares. Mas de que serviam elas quando se está sozinho no mundo? Como gostava de ter um amigo, um , não pedia mais... Percorreu a lista telefónica do telemóvel. Nenhum nome para quem pudesse ligar. E a dor ia crescendo.... teve que se levantar e andar de um lado para outro, parecia que ia rebentar, o corpo começou a tremer... “dói tanto, eu já não suporto mais viver, não consigo...”. Rompeu num pranto e enfiou-se debaixo da cama enrolado num cobertor. Sentiu frio, muito frio... e silêncio. Não estava ninguém em casa. O pai voltou para o escritório depois de o deixar em casa. Tentou falar-lhe mas o pai durante todo o caminho veio a falar ao telemóvel com clientes. Depois foi tudo muito rápido, em menos de um minuto foi a correr buscar todos os antidepressivos e calmantes da mãe e tomou-os, não sem antes deixar um bilhete:“Pais amo-vos do fundo do coração. Desculpem. Pedro.”
5a
Sim e bem gostoso.
Não sei ler
5a
Não curto
anônimo
5a
Não tenho a menor paciência.
5a
Eu gostava do Marcelinho lendo contos eróticos
anônimo
5a
Leio até hoje gibi
5a
Ja li alguns poucos há uns 3 ou 4 anos. Mas não gostei e parei
anônimo
5a
Já ouvi, irrelevante
anônimo
5a
Nunca li
5a
não
Nunca li.
Eu nunca me peguei lendo um, então não sei se eu gosto ou não
qual sua dúvida?
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